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São José, advogado de uma boa morte PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

São José, advogado de uma boa morte

 

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São José, meu amável protector, que morrestes nos braços de Jesus e de Maria, socorrei-me em todas as necessidades e perigos da vida, mas principalmente na hora suprema da minha morte, vindo suavizar as minhas dores, enxugar as minhas lágrimas, fechar suavemente  os meus olhos, enquanto pronunciar os  dulcíssimos nomes: Jesus, Maria, José, salvai a minha alma! Amen.

 

 

Assim, tomei por advogado e senhor o glorioso São José, encomendando-me muito a ele. (…) Não me lembro até hoje de ter-lhe suplicado algo que ele não tenha feito. Espantam-me muito os muitos favores que Deus me concedeu através desse bem-aventurado Santo, e os perigos, tanto do corpo como da alma, de que me livrou. Se a outros santos o Senhor parece ter concedido a graça de socorrer numa dada necessidade, a esse Santo glorioso, a minha experiência mostra que Deus permite socorrer em todas, querendo dar a entender, que São José, por ter-Lhe sido submisso na terra, na qualidade de pai adoptivo, tem no céu todos os seus pedidos atendidos. (...)


Eu queria persuadir todos a serem devotos desse glorioso santo, pela minha grande experiência de quantos bens ele alcança de Deus.

 

Santa Teresa de Jesus

 
A santidade PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A santidade

 

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A santidade, a plenitude da vida cristã não consiste em realizar empreendimentos extraordinários, mas em unir-se a Cristo, em viver os seus mistérios, em fazer nossas as suas atitudes, pensamentos e comportamentos. É ser conformes com Jesus.


Uma vida santa não é fruto principalmente do nosso esforço, das nossas acções, mas da acção do Espírito Santo que nos anima a partir de dentro. A santidade cristã mais não é do que a caridade plenamente vivida. Para alcançar este objectivo, Deus difundiu abundantemente o seu amor nos nossos corações por meio do Espírito Santo que nos foi doado (cf. Rm 5, 5).

 
Chegou o momento de nos vermos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Chegou o momento de nos vermos

 

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Meu Senhor e meu Esposo, finalmente chegou a hora tão desejada. Chegou, por fim, o momento de nos vermos, ó meu Amado e Senhor meu. Já é a hora de caminhar. Partamos, pois, em tão feliz ocasião. Seja feita a Vossa vontade. Eis que chegou a hora de eu sair deste desterro e de a minha alma Vos poder gozar plenamente, a Vós, a Quem tanto desejei.

 

Santa Teresa de Jesus

 
O Paraíso, meta da nossa esperança PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

O Paraíso, meta da nossa esperança

 

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Ao concluir hoje as catequeses sobre a esperança cristã, vamos reflectir sobre o Paraíso como meta da nossa esperança. Do alto da cruz, naquela sexta-feira trágica e santa, Jesus atendeu o pedido de um dos condenados à crucifixão: «Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu reino». Essas palavras eram o reconhecimento humilde de alguém que sabia não ter feito nada de bom, mas se confia à misericórdia de Jesus. Ele se compadece e promete que, naquele mesmo dia, o ladrão arrependido estaria com Ele no Paraíso. Deus sempre tem compaixão dos seus filhos e, mesmo que não tenhamos nada de bom para apresentar diante d’Ele, devemos sempre nos confiar à sua misericórdia. De facto, o Paraíso é a experiência do abraço de Deus, que nos ama com amor infinito. Por isso, certos de que, mesmo que nos sintamos sozinhos, Jesus está ao nosso lado, não devemos temer a morte, mas sim desejar o encontro final com Deus, onde o veremos “face-a-face”, vivendo o amor perfeito.


Papa Francisco, Resumo da Audiência Geral, 25 de Outubro de 2017

 
São João Paulo II – 22 de Outubro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

São João Paulo II – 22 de Outubro

 

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Com João Paulo II teve início um dos pontificados mais longos da história da Igreja, durante o qual um Papa “vindo de um país distante”, foi reconhecido como autoridade moral também por muitos não-cristãos e não-crentes, como demonstraram as comovedoras manifestações de afecto durante a sua doença e de profundos pêsames depois da sua morte.


Junto do seu túmulo, nas Grutas Vaticanas, continua ainda ininterruptamente a peregrinação de numerosos fiéis, e também isto constitui um sinal eloquente do modo como o amado João Paulo II entrou no coração das pessoas, sobretudo pelo seu testemunho de amor e de dedicação no sofrimento. Nele pudemos admirar a força da fé e da oração, e uma confiança total em Maria Santíssima, que sempre o acompanhou e protegeu, especialmente nos momentos mais difíceis e dramáticos da sua vida.


Poderíamos definir João Paulo II como um Papa totalmente consagrado a Jesus, por meio de Maria, como era bem evidenciado no seu lema: “Totus tuus”.


Contemplativo e missionário: assim foi o amado Papa João Paulo II. Foi-o, graças à íntima união com Deus, quotidianamente alimentada pela Eucaristia e por prolongados momentos de oração.

 

Bento XVI

 
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