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Lampejos Carmelitas
Jesus está vivo. Ser profetas de esperança PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Jesus está vivo. Ser profetas de esperança

 

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O cristão é um missionário de esperança; e não por mérito próprio mas graças a Jesus, grão de trigo que, caído em terra, morreu para dar muito fruto. Não é um arauto ou um profeta de desgraças, como se tudo tivesse terminado no calvário ou na sepultura. O essencial do seu anúncio é Jesus, que Se entregou à morte pelos nossos pecados e que Deus ressuscitou na manhã de Páscoa. Os discípulos ficaram abatidos depois da sua crucifixão e sepultura; aquela pedra, rolada contra a entrada do sepulcro, pusera termo a três anos de vida esperançosa e entusiasmante na companhia do Mestre vindo de Nazaré; parecia o fim de tudo, e alguns começavam já a deixar Jerusalém para regressar a casa. Mas Jesus ressuscitou. Este facto inesperado transformou a mente e o coração dos discípulos, uma transformação que ficará completa quando receberem a força do Espírito Santo no dia de Pentecostes. Desde então, há um «extra» que habita a existência cristã, inexplicável pela simples força de vontade ou por um cego otimismo; até parece que os crentes têm, por cima das suas cabeças, «um bocado de céu» a mais, que o mundo nem sequer consegue intuir. Assim a tarefa dos cristãos neste mundo é abrir espaços de salvação, como se fossem células de regeneração capazes de voltar a fazer correr seiva vital onde tudo parecia morto e perdido para sempre. Quando o céu se apresenta todo nebuloso, é vista como uma bênção a pessoa que sabe falar do sol. Por isso o verdadeiro cristão não é lamuriento nem mal-humorado, mas sempre irradia esperança com o seu modo de acolher, sorrir e amar. A força da ressurreição irrompeu nele, convencendo-o de que nenhum mal é infinito, nenhuma noite é sem fim, nenhum homem é caso definitivamente perdido, nenhum ódio é invencível pelo amor. 

Papa Francisco, Resumo da Audiência Geral de 4 de Setembro de 2017

 
Arcanjos São Miguel, São Gabriel e São Rafael – 29 de Setembro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Arcanjos São Miguel, São Gabriel e São Rafael – 29 de Setembro


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Deveis saber que a palavra «Anjo» designa uma função, não uma natureza. Na verdade, aqueles santos espíritos da pátria celeste são sempre espíritos, mas nem sempre se podem chamar Anjos. Só são Anjos quando exercem a função de mensageiros. Os que transmitem mensagens de menor importância chamam-se Anjos; os que transmitem mensagens de maior transcendência chamam-se Arcanjos. (….)


Miguel significa «Quem como Deus?»; Gabriel, «Fortaleza de Deus»; e Rafael, «Medicina de Deus». Quando se trata de realizar algum mistério que exige um poder especial, verifica-se que é Miguel o enviado, para dar a entender, pela sua acção e pelo seu nome, que ninguém pode actuar como Deus. (…) A Maria foi enviado Gabriel, que significa «Fortaleza de Deus», porque veio anunciar Aquele que, apesar da sua aparência humilde, havia de triunfar sobre os poderes superiores. Convinha, de facto, ser anunciado pela «Fortaleza de Deus» Aquele que vinha ao mundo como Senhor dos Exércitos e poderoso nas batalhas. Rafael, como dissemos, quer dizer «Medicina de Deus», como se compreende na missão que teve junto de Tobias: tocou-lhe os olhos como um médico e dissipou as trevas da sua cegueira. Por isso, aquele que foi enviado para curar é chamado «Medicina de Deus».

 

São Gregório Magno

 

Oração

 

Senhor Deus do universo, que estabeleceis com admirável providência as funções dos Anjos e dos homens, concedei, propício, que a nossa vida seja protegida na terra por aqueles que eternamente Vos assistem e servem no Céu. Por Nosso Senhor Jesus Cristo vosso Filho que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Amen.

 
Jesus não deixará que nos roubem a esperança PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Jesus não deixará que nos roubem a esperança

 

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A esperança, virtude que move o coração a buscar um futuro melhor, mesmo em meio às amarguras presentes da vida, pode se deparar com alguns obstáculos. O primeiro inimigo da esperança é a ilusão da saciedade, de achar que já se possui tudo, que não é necessário desejar mais coisa alguma. Ao contrário, a esperança é a virtude dos humildes, daqueles que não se contentam com as garantias alcançadas, mas estão sempre buscando um bem mais precioso, capaz de mudar este mundo. Por isso, o pior obstáculo para a esperança é o coração vazio. Trata-se de um perigo que nos ameaça a todos, mesmo aos cristãos. Os antigos monges alertavam para a tentação da acídia, ou seja, de nos deixarmos levar pela monotonia, tédio e a melancolia, que causam uma erosão interna que nos deixa vazios. Devemos combater essas tentações, na certeza de que Deus nos criou para a felicidade; para isso invoquemos o nome de Jesus, que venceu o mundo e é capaz de vencer em nós tudo aquilo que se opõem ao bem. Ele não deixará que nos roubem a esperança.

 

Papa Francisco, Resumo da Audiência Geral de 27 de Setembro de 2017

 
Jesus ama as almas, mesmo imperfeitas, que confiam n’Ele PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Jesus ama as almas, mesmo imperfeitas, que confiam n’Ele

 

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Queria tentar fazer-vos compreender por uma comparação muito simples como Jesus ama as almas, mesmo imperfeitas, que confiam n’Ele: Suponhamos que um pai tem dois filhos travessos e desobedientes e que ao ir castigá-los vê um que treme e se afasta dele com pavor, embora sinta no fundo do coração que merece ser punido; e que o irmão, pelo contrário, se lança nos braços do pai dizendo que lamenta ter-lhe dado desgosto, que o ama e que, para o provar, se portará bem daí em diante; depois, se este filho pedir ao pai para o castigar com um beijo, não acredito que o coração do ditoso pai possa resistir à confiança filial do filho de quem conhece a sinceridade e o amor. Não ignora todavia que o filho mais uma vez cairá nas mesmas faltas, mas está disposto a perdoar-lhe sempre, se o filho sempre lhe falar ao coração...

 

Santa Teresa do Menino Jesus

 
O despojamento de Maria PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

O despojamento de Maria

 

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Maria, que era a Mãe de Deus, não reivindicou o privilégio da sua proximidade com Deus, mas despojou-se a si mesma tomando a condição de serva, tornando-se semelhante a qualquer outra mulher. Viveu na humildade e no escondimento, obedecendo a Deus, até à morte do Filho, morte de cruz. Por isso é que Deus a exaltou e lhe deu o nome que, depois daquele de Jesus, está acima de todo o nome, para que ao nome de Maria todas as cabeças se inclinem, nos céus, na terra e nos abismos, e toda língua proclame que Maria é a Mãe do Senhor, para glória de Deus Pai.

 

Frei Raniero Cantalamessa, OFMCap

 
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