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“Família Carmelita” nº 77 - 2017 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

“Família Carmelita” nº 77 - 2017

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Caríssimo Amigos e Leitores da “Família Carmelita”! 

Acaba de sair mais um número da revista “Família Carmelita”. O seu conteúdo continua a fazer eco

da celebração do Centenário das Aparições de Nossa Senhora em Fátima, e da visita que o Papa Francisco nos fez ao vir à Cova da Iria nos dias 12 e 13 de Maio do corrente ano, tendo como ponto alto a canonização dos pastorinhos Francisco Marto e Jacinta Marto. Para que isto fosse possível, duas crianças (pastorinhos) intercederam junto de Deus e de Nossa Senhora pela cura de uma outra criança. O miraculado chama-se Lucas. Pusemo-nos a caminho e conseguimos entrar em contacto com os pais do menino Lucas e do Carmelo de Campo Mourão (Paraná-Brasil) e recolhemos os testemunhos destas duas fontes para sabermos como tudo aconteceu. A canonização dos Beatos Francisco e Jacinta Marto passou por um Carmelo e uma Carmelita. Significativo!...

A abrir este número da revista “Família Carmelita” aparece uma entrevista com o Superior da Ordem do Carmo em Portugal, Fr. Ricardo dos Reis Rainho, a propósito da sua reeleição para um novo mandato de três anos à frente desta porção do Carmelo.

Para muitas pessoas falar em Carmelo é falar de oração. E está certo. O nosso confrade Fr. Pedro Bravo redigiu um artigo muito oportuno sobre a aridez na oração. Estamos certos que a matéria será bem acolhida e terá efeitos benfazejos pois é muito actual e experimentada por muitas pessoas.    Faz muito bem ter em conta o que São João da Cruz diz relativamente aos orientadores (directores) espirituais. O Pe. Joaquim Teixeira, OCD, conduz-nos até este santo para sabermos o que ele nos aconselha nesta matéria tão delicada, oportuna e necessária. Não podemos improvisar e viver de “lugares-comuns” e “slogans” repetidos até à saciedade, ficando-nos pela superfície. Vem a propósito a publicação de uma parte da comunicação feita na Assembleia da União dos Superiores Gerais, em Roma, pelo nosso Superior Geral, Fr. Fernando Millán Romeral, que versa a formação permanente.

Este número da revista “Família Carmelita” sai num período em que por todo o lado há festas. O Sr. Bispo Emérito de Beja, D. António Vitalino, O. Carm., partindo de várias fontes, oferece-nos um artigo oportuno a que deu o título “Uma espiritualidade inculturada”.

Enquanto foi possível, pretendemos que este número assentasse em três pilares: formação, informação e oração. Outros assuntos destas três áreas podeis encontrar em “Família Carmelita” que agora chega às vossas mãos.

Este número é o último em que tenho a responsabilidade de “director” da revista. Muito obrigado a todos vós e aos que comigo trabalharam de forma directa e indirecta, e desejo à nova equipa as maiores felicidades na condução deste projecto editorial da Ordem do Carmo em Portugal. 

Fr. Manuel Castro, O. Carm

 
Entrevista com D. António Vitalino, Bispo Emérito de Beja PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

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D. António Vitalino Dantas, actualmente Bispo Emérito de Beja, ao pedido de “Família Carmelita”, ele que pertence à Ordem do Carmo, acedeu prontamente a responder às perguntas que lhe foram colocadas, norteadas por uma espécie de balanço do seu ministério episcopal, primeiro no Patriarcado de Lisboa e depois na Diocese Beja. O seu testemunho é importante para nos fazer entrar na vida de um Bispo, nos seus múltiplos afazeres e responsabilidades. 

D. António Vitalino, pode dar-nos os marcos mais importantes do seu percurso de Bispo até hoje? 

Estimados leitores da “Família Carmelita”, da qual sou membro professo desde 1961, é com muito prazer que, a pedido do confrade Padre Manuel Castro, partilho com a família alguns traços do meu percurso como bispo desde 1996, primeiro como bispo auxiliar do Patriarcado de Lisboa e desde 1999 como bispo residencial de Beja.

Como bispo auxiliar do Patriarcado aprendi muito do que significa ser bispo, a partir de D. António Ribeiro, o Patriarca de então e dos seus bispos auxiliares meus colegas e também a partir do clero e dos fiéis leigos, sobretudo da zona do Oeste, que me foi destinada e dos membros da vida consagrada e dos movimentos, sem esquecer a pastoral familiar, um dos serviços que o Patriarca me pediu para acompanhar.

Estava quase como peixe na água, quando o Papa de então, agora S. João Paulo II, me nomeou para a diocese de Beja, uma das mais descristianizadas e pobres de Portugal. Como sempre quis ser missionário e os carmelitas já estavam a trabalhar nessa diocese, além de nela ter sido fundado o primeiro convento da Ordem do Carmo em território português, em Moura, onde S. Nuno Álvares Pereira, na altura fronteiro mor do Alentejo, conheceu os carmelitas, que depois levou para o convento do Carmo, em Lisboa, por ele fundado. Assumi, pois, com muita alegria e entusiasmo a nova missão. Aí encontrei um bispo antecessor sábio e santo, D. Manuel Falcão, atuando nela desde 1975 e a quem pedi para continuar a residir na casa episcopal e assim fazer comunidade comigo, habituado a viver em comunidades carmelitas. Procurei dar continuidade ao trabalho realizado pelos meus antecessores, embora sem colocar de parte o cariz pessoal, como pessoa ativa, quase primária, de reações rápidas e frontais, nem sempre a melhor atitude para enfrentar algumas dificuldades. 

Conheceu três Papas: João Paulo II, Bento XVI e o Papa Francisco. O que realça de mais significativo em cada um deles? 

Exerci o meu ministério episcopal em comunhão com três Papas, que marcaram, e continuam a fazê-lo, o nosso mundo e o nosso tempo. Tive a alegria de me ter encontrado longamente com os três e feito relatórios pormenorizados sobre a situação da diocese, a última vez em setembro de 2014. 

Da vivência próxima com outros bispos, nomeadamente em Lisboa e em Beja, o que retém? 

Ninguém nasce ensinado e, para aprendermos e nos enriquecermos, precisamos de abrir-nos aos outros, sobretudo aos mais experientes, e estarmos dispostos a acolher os seus conselhos. Tive a sorte de ter tido bons mestres e bons colegas no episcopado, mas também de ter estado atento às reações do povo, sobretudo dos fiéis, para constatar os efeitos da transmissão da fé pelos meus antecessores, dando continuidade ao que de bom receberam e corrigindo ou aperfeiçoando alguns aspetos, de modo a que pudessem crescer na fé e na comunhão eclesial. 

Você provém do norte, de terras minhotas. Numa entrevista que deu usou a palavra muito significativa “alentejanar-se”. O que quer dizer, em concreto, com o “despir” o seu nortismo, se é que é necessário,  e “alentejanar-se”? 

Embora sendo do Norte de Portugal, do Minho, saí com dez anos dessa região, para ingressar no seminário dos capuchinhos, na região de Coimbra. Depois voltei para o Minho, frequentando durante três anos o seminário Carmelita da Falperra, seguindo depois para outras regiões, inclusive para a Alemanha, em 1966, onde terminei os meus estudos teológicos e depois continuei a trabalhar entre os emigrantes, regressando a Portugal em 1976, passando a residir e trabalhar na paróquia de Santo António dos Cavaleiros, concelho de Loures. Por isso apenas residi no Minho treze dos meus setenta e cinco anos. Mas quem sai aos seus não degenera, sobretudo quando se recebe na infância não apenas o alimento e a linguagem, mas também os bons princípios duma família boa e cristã.

A falar português conservei o sotaque minhoto, para evitar de imitar mal o sotaque dos alentejanos. De resto procurei ser tudo para todos, irmão de todos, para a todos ganhar para Cristo. Isto é o que chamei de alentejanar-me, para poder ser fermento na massa. 

Ao longo dos anos que esteve à frente da Diocese de Beja que dinamismos pastorais pretendeu imprimir à Diocese? 

Quanto aos dinamismos apostólicos procurei seguir o mandato evangélico, ensinando e testemunhando o que Jesus disse e fez. Com S. Paulo, também eu disse muitas vezes para mim mesmo: não posso deixar de anunciar Jesus Cristo e ai de mim se não evangelizar (1 Co 9, 16). Procurei introduzir todos os dinamismos de participação e de comunhão entre o clero e os leigos. Criei ou mantive todos os órgãos de participação prescritos: conselho pastoral, conselho presbiteral, colégio de consultores, conselho económico, chancelaria, vigararia geral, conselhos arciprestais, ecónomo diocesano, etc. e ouvi-los muitas vezes, sempre que necessário. Usei todos os meios de comunicação, analógicos e digitais, orais e por escrita. Percorri toda a diocese, em visitas pastorais e outras esporádicas. Sobretudo realizamos o primeiro sínodo diocesano, após várias consultas aos presbíteros e aos leigos. Fomentei a entre-ajuda na província eclesiástica de Évora, desde os vários graus de formação do clero, inicial e permanente, assim como o tribunal e o seminário interdiocesanos. Tendo ordenado 19 presbíteros nos 17 anos como bispo de Beja, nenhum abandonou o ministério, a não ser pela morte. Felizmente o número de mortes entre o clero foi inferior ao número de ordenações. Também procurei que os institutos de vida consagrada marcassem presença na diocese. Quando algum instituto deixava de estar presente na diocese, procurava encontrar outro para a missão diocesana. 

Às vezes ouve-se dizer (com razão ou sem razão) que “este”, “aquele”, querem (desejam) ser bispos. Quem pensa assim pode-se aplicar a frase de Jesus: “Não sabeis o que estais a pedir (desejar)”? Que dificuldades sentiu ao longo da sua caminhada até hoje como Bispo? 

Quanto a isso penso como Jesus. O meu lema de diácono foi e mantém-se: somos servos inúteis, só fizemos o que devíamos (Lc 17, 10). Se em alguns períodos da história da Igreja se olhava para os bispos como senhores e quem deseja o poder o quisesse ser, no entanto isso não é evangélico nem cristão. Os ministérios na Igreja são para o serviço e não para o prestígio pessoal e o poder. 

O D. António Vitalino é Carmelita. De que modo o seu ser Carmelita influenciou o exercício do seu ministérrio episcopal? 

Confesso que não sei responder a esta pergunta. Ninguém dá o que não tem ou não recebeu. Há muitas facetas que definem o carisma Carmelita, mas não sei se as assimilei todas. Uma coisa é certa: procurei exercer a minha missão de modo conatural, sem fingimentos artificiais, mas com naturalidade. 

A Ordem Carmelita está presente no Alentejo desde o século XIII. Sente-se a sua influência, por exemplo, no amor a Nossa Senhora do Carmo, etc.? 

Creio que os alentejanos, embora não sendo de numerosa prática da vida sacramental da Igreja, no entanto são muito marianos. A padroeira de Portugal, a Imaculada Conceição, tem o seu santuário em Vila Viçosa. São Nuno de Santa Maria, quando era fronteiro mor do Alentejo, foi no convento Carmelita de Moura que se recolhia e orava. Aí fez o propósito de construir um convento em honra de Nossa Senhora do Carmo e para lá levar os carmelitas de Moura. Pena que os carmelitas não sejam mais numerosos, para marcar maior presença entre o povo alentejano. 

Como perspectiva agora o seu futuro? 

O futuro a Deus pertence, costumo dizer, repetindo um dito comum. Mas, se Deus me conceder o bom senso até deixar as responsabilidades como Bispo de Beja, pretendo regressar a uma comunidade Carmelita, embora sem voz ativa nem passiva, como é normal, para com os confrades da comunidade orar e colaborar pastoralmente naquilo que me for pedido e as energias possibilitem corresponder. Depois de vinte anos com responsabilidades episcopais, a viver fora de uma comunidade Carmelita, anseio por voltar ao ambiente de onde vim, contando com o apoio da Ordem e dos confrades. Agradeço ao Comissariado da Ordem do Carmo em Portugal por me ter acolhido na comunidade de Fátima. 

Quer deixar nas páginas de “Família Carmelita” algo que quer comunicar de modo especial? 

Aos leitores da "Família Carmelita", de que também faço parte, um sentido obrigado pela estima que nutrem pela família e que nunca deixem de viver e praticar as três palavras de que fala o Papa Francisco, essenciais para aprofundar a pertença a esta família: por favor, desculpe e muito obrigado. Eu acrescentaria uma outra palavra, para aprofundarmos a nossa identidade de cristãos e membros da família Carmelita: que Nossa Senhora do Carmo esteja sempre na nossa boca e no nosso coração. 

D. António Vitalino, muito mais poderíamos conversar mas para agora o que partilhou connosco e através de nós com os nossos Amigos e leitores da revista "Família Carmelita" é suficiente. Bem-haja, D. António Vitalino. 

Fr. Manuel Castro, O. Carm.

 
30.º Encontro da Família Carmelita - Via-Sacra PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

30º ENCONTRO DA FAMÍLIA CARMELITA

VIA SACRA - CAMINHO DOS PASTORINHOS

21 de Fevereiro de 2016

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V. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

R. Amen.

LEITURA BÍBLICA (Jo 13, 1):Antes da festa da Páscoa, Jesus, sabendo bem que tinha chegado a sua hora da passagem deste mundo para o Pai, Ele que amara os seus que estavam no mundo, levou o seu amor por eles até ao extremo.

MEDITAÇÃO: A hora de Jesus é a plena manifestação da misericórdia do Pai por toda a Humanidade. Para nós que caminhamos ainda no mundo é uma firme esperança : a misericórdia de Deus não nos abandona, visto que em Jesus, Palavra e Dom de Deus, o amor acompanha-nos desde sempre e permanecerá connosco até ao fim.

Vamos percorrer na fé o trajecto que Jesus fez desde o Pretório de Pôncio Pilatos até ao cimo do Calvário, onde Ele deu a vida pela salvação do mundo. Connosco está também a Virgem Santa Maria. Ela esteve no cimo do Gólgota. Mulher da dor, Mãe de misericórdia, Ela inclina-Se sobre os seus filhos, para ver os seus sofrimentos, para os confortar e reavivar a esperança.

Em cada estação da Via Sacra, no fim, pedimos uma graça relacionada com as obras de misericórdia. O Papa Francisco na Mensagem para a Quaresma deste ano diz: “A misericórdia de Deus transforma o coração do homem e faz-lhe experimentar um amor fiel, tornando-o assim, por sua vez, capaz de misericórdia. É um milagre sempre novo que a misericórdia divina possa irradiar-se na vida de cada um de nós, estimulando-nos ao amor do próximo e animando aquilo que a tradição da Igreja chama as obras de misericórdia corporal e espiritual. Estas recordam-nos que a nossa fé se traduz em actos concretos e quotidianos, destinados a ajudar o nosso próximo no corpo e no espírito e sobre os quais havemos de ser julgados”.

OREMOS: Deus Pai, infunde em nós a sabedoria e a força do teu Espírito para que caminhemos com Cristo pelo caminho da cruz, dispostos a doar a nossa vida para manifestar ao mundo a esperança do teu Reino. Por Cristo, Nosso Senhor.

R. Amen. 

1ª ESTAÇÃO

Jesus é condenado à morte

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Mt 27, 26): Pilatos, depois de ter mandado flagelar Jesus, entregou-o para ser crucificado.

MEDITAÇÃO: Num sábado, quando os discípulos passavam pelos campos de trigo e colheram algumas espigas e comeram-nas, a condenação dos fariseus não se fez esperar: “Os teus discípulos estão a fazer uma coisa que não é permitida fazer ao sábado”. A resposta de Jesus conduz-nos ao coração do mistério do Pai que não quer leis e sacrifícios para condenar, mas para oferecer o caminho da salvação aos seus filhos: “Prefiro a misericórdia ao sacrifício”. Quando a lei, mesmo que seja do templo, se torna somente instrumento de condenação e não de reabilitação, está longe da fonte do amor de Deus que é misericórdia.

INVOCAÇÕES: Caríssimos, o Senhor é rico de misericórdia e de compaixão, por isso, com toda a confiança, apresentemos-lhe as nossas súplicas, dizendo: Senhor, dá-nos a tua misericórdia.

  • Por todos os que se sentem oprimidos pelo peso das culpas, oremos ao Senhor.
  • Por todos os que procuram em ti o perdão e a paz, oremos ao Senhor.
  • Pelos que voltam para ti de coração arrependido, oremos ao Senhor.

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE DAR POUSADA AOS PEREGRINOS: Ter a capacidade de ver Jesus naqueles que são colocados no meu caminho e estar atento aos sinais de tristeza daqueles com quem vivo ou com quem trabalho, para aliviar o peso da cruz que carregam.

2ª ESTAÇÃO

Jesus carrega com a cruz às costas

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Jo 19, 17): Jesus, levando a cruz às costas, saiu para o chamado Lugar da Caveira, que em hebraico se diz “Gólgota”.

MEDITAÇÃO: Ao dirigir-se para o Calvário, carregando a cruz, Jesus mostra-nos como é empenhativo e sério o que ele ensinou ao proclamar as Bem-aventuranças: “Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia”. Jesus percorre o caminho da mansidão e do amor aos inimigos, carregando uma cruz formada pelas durezas do nosso coração. A sua bem-aventurança, que o peso da cruz esconde, não é visível aos nossos olhos, mas é uma realidade que nasce no íntimo de quem confia no amor infinito de Deus, na sua misericórdia por nós pecadores.

INVOCAÇÕES: Caríssimos, o Senhor é rico de misericórdia e de compaixão, por isso, com toda a confiança, apresentemos-lhe as nossas súplicas, dizendo: Dai-nos, Senhor, a tua paz.

  • Para que te sigamos com generosidade pelo caminho da cruz, oremos ao Senhor.
  • Para que encontremos em ti a força de sermos humildes e mansos, oremos ao Senhor.
  • Para que não fiquemos paralisados pelo medo e nos acobardemos perante os insultos de quem quer pôr a ridículo a nossa Fé e a fidelidade à Palavra de Deus e à Igreja, nossa Mãe, oremos ao Senhor.

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE CONSOLAR OS TRISTES: Viver a Alegria de ser Cristão e ser Apóstolo da Alegria sobretudo com os mais tristes, sós e marginalizados.

3ª ESTAÇÃO

Jesus cai pela primeira vez sob o peso da cruz

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Is 53, 4): Ele tomou sobre si as nossas doenças e carregou as nossas dores.

MEDITAÇÃO: Um servo tem uma dívida enorme. O rei, escuta as suas súplicas e perdoa-lhe tudo. Esse mesmo homem, encontra um servo como ele que lhe devia uma pequena soma de dinheiro, comparada com a grande soma que lhe foi perdoada, e não teve piedade do seu companheiro devedor: quer que lhe pague tudo quanto lhe deve. Jesus ao contar esta história, tão triste como actual, quer-nos ensinar que Deus nosso Pai está sempre a ter misericórdia para connosco, que, talvez, às vezes, não nos recordamos da misericórdia que têm para connosco nem da que devemos ter para com os outros.

INVOCAÇÕES: Irmãos e irmãs, “Deus usou de misericórdia para connosco” apesar das nossas culpas (cf, 1Tm 1, 13). Por isso, peçamos perdão e digamos: Senhor, tem piedade de nós.

  • Para que compreendamos o amor através do qual somos sempre perdoados, oremos ao Senhor.
  • Para que saibamos perdoar a quem nos faz mal, oremos ao Senhor.
  • Para que estejamos sempre abertos a escutar e a acolher as razões dos outros, oremos ao Senhor.

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE ASSISTIR OS ENFERMOS: Pedir ao Senhor que cure o meu coração e me deixe compadecer com as dores dos outros; para que eu seja capaz de passar das boas intenções para o compromisso, em favor dos que precisam de mim em caridade… a tempo inteiro. 

4ª ESTAÇÃO

Jesus encontra sua Mãe

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Jo 19, 26-27): Vendo a mãe e o discípulo que ele amava, Jesus disse: “Mulher, eis o teu filho!”.

MEDITAÇÃO: Na sua caminhada de fé, Maria experimentou as mesmas dificuldades que cada um de nós tem: ao contemplar o seu Filho condenado e insultado, talvez terá vacilado diante dos misteriosos planos de Deus, mas não vacilou no amor que tinha por Jesus. No seu coração sofredor ela alcançou a raiz do amor de Deus, a sua misericórdia que se estende de geração em geração, sobre todos os seus filhos. A santidade de Deus não é indiferença nem afastamento das vivências diárias dos seus filhos, mas é íntima participação, proximidade, e misericórdia por quantos se sentem abandonados e que em Maria encontram a guia que os orienta e conduz para a luz.

INVOCAÇÕES: Caríssimos, unidos a Maria, oremos “para alcançar misericórdia e encontrar graça” (Hb 4, 16), para que sejamos ajudados nas nossas necessidades. Digamos: Senhor, tem piedade de nós.

  • Para que Maria, nossa Mãe, nos ensine o caminho do verdadeiro amor, oremos ao Senhor.
  • Para que não desanimemos e fiquemos abatidos e paralisados nos momentos difíceis, oremos ao Senhor.
  • Para que em Maria encontremos a força de reencontrar sempre o verdadeiro caminho da fé, oremos ao Senhor.

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE DAR DE COMER A QUEM TEM FOME: Pedir ao Senhor para que eu esteja sempre disponível e seja companheiro atento para atenuar a fome de quantos precisam d'Ele e de sentido da vida, estando perto ou longe de mim.

5ª ESTAÇÃO

Simão de Cirene ajuda Jesus a levar a cruz

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Lc 23, 26): Lançaram mão de um certo Simão de Cirene, que voltava do campo, e carregaram-no com a cruz, para a levar atrás de Jesus.

MEDITAÇÃO: O Cireneu que ajuda Jesus a levar a cruz faz-nos recordar o bom samaritano que teve piedade de um homem que foi assaltado pelos ladrões, roubado e agredido, ficando às portas da morte. O Senhor ensina-nos que a compaixão espontânea que temos por quem está em dificuldade é na realidade um sinal da misericórdia do próprio Pai que a semeou em nós, é um sinal seguro de que somos a sua imagem. A misericórdia de Jesus para connosco levou com que ele, o Bom Samaritano da Humanidade, não nos deixasse meio mortos nas estradas deste mundo, mas nos tomasse e nos conduzisse para o Reino de Deus nosso Pai.

INVOCAÇÕES:Irmãos e irmãs, peçamos ao Senhor para que nos “conceda encontrar misericórdia junto de Deus” (2Tm 1, 18), assim como nós temos tido misericórdia para com o nosso próximo. DigamosPela tua misericórdia, salva-nos Senhor.

 

  • Por quantos se sentem perdidos, vazios e sem esperança, oremos ao Senhor.
  • Por quantos procuram um trabalho e uma vida digna, oremos ao Senhor.
  • Por quantos estão doentes e em sofrimento, oremos ao Senhor.

 

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE SABER ENSINAR OS IGNORANTES: Pedir ao Senhor um coração purificado de todo o mau juízo e preconceito e ser sinal que irradia confiança sobretudo naqueles que vivem na desconfiança de si mesmos e dos outros.

6ª ESTAÇÃO

A Verónica enxuga o rosto de Jesus

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Sal 26, 8): Diz-me o coração: “Procurai a sua face!”. A vossa face, Senhor, eu procuro: não escondais de mim o vosso rosto.

MEDITAÇÃO: Uma mulher acusada de adultério é colocada diante de Jesus para que ele a julgue. Jesus escreve no pó do chão as nossas acusações. O vento forte do seu Espírito varrerá tudo, de modo que não se faça mais memória do que aconteceu: permanecerá a sua misericórdia que perscruta os corações e perdoa as culpas. Quem sabe se as mãos piedosas e compassivas da Verónica não são, de qualquer modo, as daquela mulher perdoada, prostada em atitude de gratidão?!... Um gesto de reconhecimento que deveria ser também o nosso, pecadores sempre perdoados pelo coração misericordioso do Pai.

INVOCAÇÕES: Caríssimos, o Senhor ao ter misericórdia de nós mostrou-nos toda a sua magnanimidade (cf. 1Tm 1, 16). Agradecidos, apresentemos-lhe as nossas súplicas, dizendo: Senhor, dá-nos o teu perdão.

 

  • Por todos os que se sentem culpados e abatidos, e sobrecarregados não conseguem levantar-se do abismo em que se encontram, oremos ao Senhor.
  • Por todos aqueles que esperam o perdão de quem ofenderam, oremos ao Senhor.
  • Por todos os que ainda não conseguem confiar na tua misericórdia, oremos ao Senhor.

 

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE SOFRER COM PACIÊNCIA AS FRAQUEZAS DO PRÓXIMO: Pedir ao Senhor a capacidade de saber perdoar sem reservas, sobretudo a quem me possa ter ofendido ou agravado mais.

7ª ESTAÇÃO

Jesus cai pela segunda vez

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Col 1, 24): Agora, alegro-me nos sofrimentos que suporto por vós e completo na minha carne o que falta às tribulações de Cristo, pelo seu Corpo, que é a Igreja.

MEDITAÇÃO: Quantas quedas nos passam despercebidas e deixamos os nossos irmãos no chão sem amparo e proteção!... Às vezes, são os nossos vizinhos, ou os nossos irmãos, mas como a correria do dia-a-dia não nos deixa parar, nem estar atentos, seguimos em frente e deixamos os outros pelo caminho. São João da Cruz afirma que o "olhar de Deus é amar". Assim é também o olhar de Jesus, o Filho. É este olhar misericordioso que nos salva e nos abre para a compreensão de que não nos salvamos a nós próprios, mas é puro dom de Deus.

INVOCAÇÕES: Irmãos e irmãs, se houve um tempo em que estávamos "excluídos da misericórdia, agora alcançamos misericórdia" (1Pe 2, 10). Oremos com toda a confiança e digamos: Salvai-nos, Senhor.

 

  • Para que nunca nos cansemos de pedir a tua ajuda, oremos ao Senhor.
  • Para que saibamos anunciar a todos a tua misericórdia, oremos ao Senhor.
  • Para que não julguemos os que se encontram em qualquer tipo de dificuldade, oremos ao Senhor.

 

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE VISITAR OS PRESOS: Pedir ao Senhor a capacidade de compreender as limitações de quem sofre pela sua má conduta pessoal, familiar ou social.

 8ª ESTAÇÃO

Jesus encontra as mulheres de Jerusalém que choram por Ele

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Lc 23, 38): Filhas de Jerusalém, não choreis por Mim; chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos.

MEDITAÇÃO: Um dia, uma mulher derramou sobre os pés de Jesus lágrimas de amor e de arrependimento. Ainda uma mulher - Maria - durante uma ceia derramou sobre a cabeça de Jesus perfume de nardo puríssimo... E agora são as "filhas de Jerusalém", que, a chorar, vêm ao Teu encontro para lançar sobre Ti a amarga lamentação. Sim é muito justo que Tu sejas chorado como um filho primogénito, o mais querido, destinado à morte. Mas Tu as convidas a chorar sobre a sua sorte de mães aflitas. São uma multidão, estas mulheres, sobre a terra... Choram, sim, são mulheres que no Teu seio e no seio de Tua Mãe derramam o rio das suas lágrimas, para que cada dor tenha a sua compaixão, a graça do amor que redime.

INVOCAÇÕES: Irmãos e irmãs, o Senhor "salvou-nos, não em virtude de obras de justiça que tivéssemos praticado, mas pela sua misericórdia" (Tt 3, 5). Cheios de fé apresentemos ao Senhor as nossas súplicas, dizendo: Senhor, tem piedade de nós.

- Por todos os que esperam há muito tempo uma graça de ti, oremos ao Senhor.

- Por todos os que sentem faltar-lhes as forças, oremos ao Senhor.

- Por todos os que desejam recomeçar uma vida nova no teu amor, oremos ao Senhor.

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE VESTIR OS NUS: Pedir ao Senhor a graça do abandono à Providência e de estar atento aos que me rodeiam e saber vestir a sua nudez mais profunda, percebendo os apelos que emitem mesmo sem serem ouvidos.

9ª ESTAÇÃO

Jesus cai pela terceira vez

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA Heb 5, 8): Apesar de ser Filho, Jesus aprendeu a obediência por aquilo que sofreu.

MEDITAÇÃO: Na caminhada em direcção ao Calvário Jesus cai três vezes, cai sob o peso de uma cruz que aceitou carregar por nós pecadores. O que para nós nos parece incompreensível, para ele é totalmente claro: "Não são os sãos que precisam de médico, mas os doentes". Os caminhos de Deus não são os nossos por causa da sua misericórdia sem limites, uma misericórdia que quer trazer o que se encontra afastado de si. O Senhor só poderá amar os nossos sacrifícios se procederem da mesma fonte de amor, capaz de partilhar o peso das culpas dos nossos irmãos e das nossas irmãs.

INVOCAÇÕES: Caríssimos, "os gentios glorificam a Deus por causa da sua misericórdia" (Rm 15, 9) e de entre estes gentios estamos nós que elevamos ao Senhor as nossas súplicas, dizendo: Salvai-nos, Senhor, nosso Deus.

- Para que nos abramos ao desígnio da tua misericórdia por todos os homens, oremos ao Senhor.

- Para que alcancemos a graça de termos consciência bem viva de que também nós temos necessidade do médico celeste, oremos ao Senhor.

- Para que não condenemos ninguém e entreguemos a ti todo o juízo, oremos ao Senhor.

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE PERDOAR AS INJÚRIAS: Pedir ao Senhor a graça de ser sempre testemunha da caridade, da misericórdia e do perdão.

10ª ESTAÇÃO

Jesus é despojado das suas vestes

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Jo 19, 23): Os soldados, depois de terem crucificado Jesus, pegaram na roupa dele e fizeram quatro partes.

MEDITAÇÃO: Jesus é despojado das suas vestes. A roupa confere ao homem a sua posição social; dá-lhe o seu lugar na sociedade, fá-lo sentir alguém. Ser despojado em público significa que Jesus já não é ninguém, nada mais é do que um marginalizado, desprezado por todos. O momento do despojamento recorda-nos também a expulsão do paraíso: o homem rompeu a Amizade com Deus. Jesus despojado recorda-nos o facto de que todos nós perdemos a "primeira veste", isto é, o esplendor de Deus.

Jesus aceita mais esta humilhação porque para o seu divino coração nada é pesada e só isto é importante: a nossa salvação.

INVOCAÇÕES: Irmãos e irmãs, a nossa salvação não vem de nós mas de Deus que tem misericórdia (cf. Rm 9, 16). Abrasados por esta confiança elevemos ao Senhor as nossas preces e digamos: Senhor Jesus, tem piedade de nós.

 

  • Para que compreendamos que amar significa aceitar o sacrifício, oremos ao Senhor.
  • Para que a tua humilhação nos ensine a ser verdadeiramente humildes, oremos ao Senhor.
  • Para que nunca nos cansemos de te apresentar o nosso sofrimento, oremos ao Senhor.

 

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE SABER CORRIGIR OS QUE ERRAM: Pedir ao Senhor a graça de participar no desagravo às ofensa que, ainda hoje, Ele é insultado injustamente.

11ª ESTAÇÃO:

Jesus é pregado na cruz

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA  (Lc 23, 33): Quando chegaram ao lugar chamado Calvário crucificaram Jesus e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda.

MEDITAÇÃO: Jesus deita-se na cruz e os soldados pregam-lhe as mãos e os pés ao madeiro. Depois repartem entre si as suas roupas. Parece que tudo termina em tragédia. Será que uma pessoa, que passou a vida apenas a fazer o bem, pode terminar assim de uma forma tão trágica?

Quantas vezes, no meio de uma provação, pensamos que fomos esquecidos ou abandonados por Deus. Ou somos tentados a concluir que Deus não existe.

O Filho de Deus, que bebeu até ao fundo o seu cálice amargo e, depois, ressuscitou dos mortos, diz-nos, ao invés, com todo o seu ser, com a sua vida e a sua morte, que devemos confiar em Deus. N'Ele podemos crer.

INVOCAÇÕES: Caríssimos, o Senhor é "rico de misericórdia" e é pela sua graça que somos salvos (cf. Ef 2, 5). Com fé e amor invoquemos o Senhor, dizendo: Mostra-nos, Senhor, a tua misericórdia.

 

  • Para que a tua palavra de perdão nos liberte da dureza do nosso coração e nos leve também à prática do perdão, oremos ao Senhor.
  • Para que o mistério da cruz nos faça conhecer cada vez melhor o teu mistério de amor, oremos ao Senhor.
  • Para que nunca nos cansemos de pedir perdão, oremos ao Senhor.

 

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE DAR BOM CONSELHO: Pedir ao Senhor a graça de dar bons conselhos, inspirados, sobretudo, na Palavra de Deus.

12ª ESTAÇÃO

Jesus morre na cruz

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Jo 19, 30):Quando tomou o vinagre, Jesus disse: "Tudo está consumado". E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

MEDITAÇÃO: Agora, com a sua morte, Jesus cumpriu radicalmente o mandamento do amor, cumpriu a oferta de Si próprio, e precisamente deste modo Ele é agora a manifestação do verdadeiro Deus, daquele Deus que é Amor. Agora sabemos quem é Deus, que se manifesta precisamente onde parece estar definitivamente derrotado e ausente.

INVOCAÇÕES: Caríssimos "O Senhor é cheio de misericórdia e de piedade" (Sal 102, 8). Por isso, não tenhamos medo de apresentar-lhe as nossas súplicas dizendo: Dá-nos, Senhor, a tua salvação.

 

  • Para que acolhamos o teu amor em todas circunstâncias da vida, oremos ao Senhor.
  • Para que nos unamos mais intimamente a ti nos momentos de maior dificuldade, oremos ao Senhor.
  • Para que deixemos de te contristar e ao Espírito Santo com os nossos pecados, oremos ao Senhor.

 

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE DAR DE BEBER A QUEM TEM SEDE: Pedir ao Senhor a capacidade de dar de beber a quem tem sede de verdade, de amor, de paz, de esperança de justiça e de confiança.

13ª ESTAÇÃO

Jesus é descido da cruz e entregue a sua Mãe

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Jo 19, 34): Um dos soldados abriu-lhe o peito com uma lança e logo brotou sangue e água.

MEDITAÇÃO: Jesus morreu, o seu coração é trespassado pela lança do soldado romano e dele brotam sangue e água: misteriosa imagem do rio dos sacramentos, do Baptismo e da Eucaristia, dos quais, em virtude do coração trespassado do Senhor, renasce incessantemente a Igreja.

E agora que tudo suportou, vemos que Ele, apesar de toda a confusão dos corações, apesar do poder do ódio e da cobardia, não ficou sozinho. Os fiéis existem. Junto da cruz, estavam Maria, sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, Maria de Magdala e o discípulo que ele amava. A Igreja de Jesus Cristo, a sua nova família, começa a formar-se.

INVOCAÇÕES: Irmãos e irmãs, a sabedoria de Deus é pacífica, humilde e cheia de misericórdia. Esta é a sabedoria do Espírito que Jesus nos deu. Digamos: Dá-nos, Senhor, a verdadeira sabedoria.

 

  • Faz com que acolhamos a tua palavra e a ponhamos em prática sem medo, oremos ao Senhor.
  • Faz com que com a ajuda do Espírito te sigamos pelo caminho da cruz, oremos ao Senhor.
  • Faz com que não percarmos a esperança de nos reunirmos um dia contigo na pátria celeste, oremos ao Senhor.

 

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE ENTERRAR OS MORTOS: Pedir ao Senhor o dom de acreditar firmemente que nos encaminhamos para a Casa do Pai cuja porta foi aberta pela morte e ressurreição de Jesus.

14ª ESTAÇÃO

Jesus é sepultado

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (Mt 27, 59): José pegou no corpo de Jesus, envolveu-o num lençol limpo e depositou-o no seu túmulo novo, que tinha mandado escavar na rocha.

MEDITAÇÃO: A alegria de viver em família, em comunidade ou em grupo fica turvada de amargura, sobretudo quando um dos membros é arrancado ao carinho do nosso convívio. É a hora da dor crua. A morte do cristão não é uma tragédia quando, ele foi educado para a fé na vida eterna. Em Maria temos o exemplo e a ajuda para viver o mistério da morte. Viu ser escondido pela pedra tumular o Filho muito amado e ficou serena, apesar da sua alma ter sido mortalmente atingida pela mesma lança que trespassou o coração do Filho. Animou-a certamente a esperança de que, pelo poder de Deus, o seu Filho haveria de ressuscitar para a vida eterna.

INVOCAÇÕES: Caríssimos, permaneçamos unidos no amor de Deus e esperando sempre na sua misericórdia e confiando na sua clemência, digamos: Ouvi-nos, Senhor.

  • Por todos os que não crêem em ti nem na vida depois da morte, oremos ao Senhor.
  • Por todos os que estão na desolação e no desconforto, oremos ao Senhor.
  • Por todos os que choram e sofrem a perda de um ente querido, oremos ao Senhor.

PAI NOSSO

V. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

R. Mãe de misericórdia, imprime no meu coração as chagas do Senhor.

NESTA ESTAÇÃO PEÇAMOS A GRAÇA DE ROGAR A DEUS PELOS VIVOS E DEFUNTOS: Pedir a graça da contemplação da cruz para que cada um de nós perceba cada vez mais e melhor a necessidade de gastar a vida em favor dos outros.

15ª ESTAÇÃO:

A ressurreição de Jesus

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Jesus.

R. Que pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.

LEITURA BÍBLICA (1Cor 15, 14-15 ): Mas se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã é também a vossa fé. E resulta até que acabamos por ser falsas testemunhas de Deus, porque daríamos testemunho contra Deus afirmando que Ele ressuscitou a Cristo.

MEDITAÇÃO: Do mesmo modo que o grão de trigo se eleva da terra como caule e espiga, assim também Jesus não poderia ficar no sepulcro: o sepulcro está vazio porque o Pai não O "abandonou na habitação dos mortos nem permitiu que a sua carne conhecesse a decomposição" (cf. Act 2, 31; Sal 16, 10).

Jesus, Vós não experimentastes a corrupção, mas ressuscitastes. Fazei com que possamos alegrar-nos com esta esperança e possamos levá-la jubilosamente pelo mundo, tornando-nos testemunhas da Vossa ressurreição.

OREMOS: Senhor, que quiseste que o vosso Filho sofresse a morte de Cruz para nossa salvação, concedei-nos que, tendo conhecido na terra o seu mistério de amor, possamos gozar no céu os frutos da redenção. Por Cristo Nosso Senhor.

R. Amen.

PAI NOSSO

CONCLUSÃO: No final desta Via Sacra, peçamos a intercessão de Maria, Mãe de misericórdia,  esplendor do Carmelo, para que a alegria da Páscoa brilhe no rosto dos membros da Família Carmelita e nas Famílias Cristãs, a fim de que sejam testemunhas eloquentes da gloriosa ressurreição do Senhor.

Cantemos: Flor do Carmelo.

BÊNÇÃO FINAL

QUANDO TE VEJO, Ó JESUS

Quando te vejo, ó Jesus,

compreendo que Tu me amas,

como o mais querido dos amigos,

e sinto que Te amo como o meu Bem Supremo.

O Teu amor, eu sei,

exige sofrimento e coragem,

mas o sofrimento é o único caminho

para a Tua glória.

Se novos sofrimentos se ajuntam ao meu coração,

eu os considero como um doce dom,

porque me fazem mais semelhante a Ti,

porque me unem a Ti!

Deixa-me sozinho neste frio,

não preciso de mais ninguém.

A solidão não me mete medo,

pois Tu estás perto de mim.

Fica Jesus, não me deixes!

A tua divina presença

torna fáceis e belas todas as coisas.

Beato Tito Brandsma, O. Carm.

 
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30º ENCONTRO DA FAMÍLIA CARMELITA

ORAÇÃO DO TERÇO NA CAPELINHA DAS APARIÇÕES

Fátima, 20 de Fevereiro de 2016

alt 

SAUDAÇÃO 

Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, Senhora de Fátima, Esplendor e Formosura do Carmelo! A Família Carmelita de Portugal encontra-se de novo junto de ti. Esta é a trigésima vez que ela se reúne aqui em Fátima, e este ano sob o lema, “Salve Rainha, Mãe de Misericórdia”. Porque sabemos que em ti, mais do que em ninguém, são verdadeiras estas palavras do Papa Francisco “A misericórdia de Deus transforma o coração do homem e faz-lhe experimentar um amor fiel, tornando-o assim, por sua vez, capaz de misericórdia”, o Povo cristão invoca-te como Mãe de Misericórdia. Também nós te queremos dizer:

TODOS: Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, dá-me um pouco da tua força para a minha fraqueza; um pouco da tua coragem para o meu desalento; um pouco da tua compreensão para o meu problema; um pouco da tua plenitude para o meu vazio…

Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, dá-me um pouco da tua rosa para o meu espinho; um pouco da tua certeza para a minha dúvida; um pouco do teu sol para o meu inverno; um pouco da tua disponibilidade para o meu cansaço; um pouco do teu rumo infinito para o meu extravio…

Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, dá-me um pouco da tua neve para o barro do meu pecado; um pouco da tua luminosidade para a minha noite; um pouco da tua alegria para a minha tristeza…

Mãe querida, dá-me um pouco da tua sabedoria para a minha ignorância; um pouco do teu amor para o meu rancor; um pouco da tua pureza para o meu pecado; um pouco da tua vida para a minha morte; um pouco da tua transparência para o meu escuro; um pouco do teu Filho Jesus para este teu filho pecador…

Com estes “poucos”, Mãe de Misericórdia, eu serei tudo… Amen.

MEDITAÇÃO DOS MISTÉRIOS GOZOSOS

Mistério: A anunciação do Anjo Gabriel a Nossa Senhora

O Anjo Gabriel disse a Maria: “Não temas, pois achaste graça diante de Deus (Lc 1, 30).

Comentando o acontecimento da Anunciação, diz São Bernardo: “Ouviste, ó Virgem, a voz do Anjo: Conceberás e darás à luz um filho. Ouviste-o dizer que não será por obra de varão, mas por obra do Espírito Santo. O Anjo aguarda a resposta (…). Todo o mundo, prostrado a teus pés, espera a tua resposta: da tua palavra depende a consolação dos infelizes, a redenção dos cativos, a liberdade dos condenados, a salvação de todos os filhos de Adão, de toda a tua linhagem. Dá depressa, ó Virgem a tua resposta. Profere a tua palavra humana e concebe a divina. Porque demoras? Abre, ó Virgem santa, o coração à fé, os lábios ao consentimento, as entranhas ao Criador.

Eis a serva do Senhor, disse a Virgem, faça-se em mim segundo a tua palavra”.

Nesta dezena peçamos a graça da gratidão pela nossa vocação: Dirigindo-se aos Carmelitas, diz-nos o Papa Francisco: As vossas origens contemplativas brotam da terra da epifania do amor eterno de Deus em Jesus Cristo, Verbo feito carne”.

2º Mistério: A visitação de Nossa Senhora à sua prima Santa Isabel

Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se à pressa para a montanha, e saudou Isabel. Isabel, erguendo a voz exclamou: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Feliz de ti que acreditaste. Maria disse então: A minha alma glorifica o Senhor (cf. Lc 1, 39-56).

Meditando sobre a visita de Nossa Senhora à sua prima Santa Isabel, a carmelita Beata Isabel da Trindade escreveu: “Quando leio no Evangelho 'que Maria percorreu diligentemente as montanhas da Judeia' para ir cumprir o seu ofício de caridade, junto a sua prima Isabel, vejo-a passar tão bela, tão calma, tão majestosa, tão recolhida interiormente, com o Verbo de Deus.

Parece-me que a atitude da Virgem, durante os meses que decorreram entre a Anunciação e o Natal, é o modelo das almas interiores, dos seres que Deus escolheu para viverem de dentro, no fundo do abismo sem fundo. Com que paz, com que recolhimento, Maria se entregava e se prestava a todas as coisas”.

Nesta dezena peçamos a graça de partilhar com os outros os frutos do “meditar dia e noite na Lei do Senhor”: O Papa desafia-nos: “Agora mais do que nunca é o momento de descobrir o caminho interior do amor e dar às pessoas de hoje no testemunho da contemplação, na pregação e na missão não coisas inúteis, mas aquela sabedoria que emerge do 'meditar dia e noite na lei do Senhor'”.

3º Mistério: O nascimento de Jesus em Belém

O Anjo disse aos pastores: “Anuncio-vos uma grande alegria. Hoje, nasceu-vos em Belém um Salvador”. E os pastores foram apressadamente e encontraram Maria, José e o menino deitado na manjedoura (Lc 2, 10-11.16).

Acerca do mistério da Encarnação, São João da Cruz escreveu estas palavras luminosas: “Mas agora que está fundada a fé em Cristo e promulgada a lei evangélica, nesta era da graça, Deus disse-nos tudo ao mesmo tempo e de uma só vez nesta Palavra única, e nada mais tem a revelar. O que antigamente Deus disse pelos profetas a nossos pais de muitos modos e de muitas maneiras, agora, por último, nestes dias, nos falou pelo Filho tudo de uma só vez. Deus ficou como mudo e não tem mais que falar, porque o que antes disse parcialmente pelos Profetas, revelou-O totalmente, dando-nos o Todo que é o seu Filho”.

Nesta dezena peçamos a graça da fidelidade no seguimento até ao fim: Diz-nos o Papa Francisco: “A vossa Regra começa com a exortação aos Irmãos a “viver uma vida de obséquio de Jesus Cristo” para o seguir e servir com um coração puro e indiviso”.

4º Mistério: A apresentação de Jesus no Templo

Segundo a Lei de Moisés, Maria e José levaram o Menino a Jerusalém para O apresentarem ao Senhor. Ora vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão; era justo e piedoso. Tinha-lhe sido prometido que não morreria antes de ter visto o Messias. Simeão tomou-o nos braços e bendisse a Deus, dizendo: “Agora, Senhor, segundo a tua palavra, deixarás ir em paz o teu servo, porque os meus olhos viram a Salvação que ofereceste a todos os povos, Luz para se revelar às nações e glória de Israel, teu povo” (Lc 2, 22-26).

Em 2013, na Carta que dirigiu ao Padre Geral e, por seu intermédio a todos nós Carmelitas, o Papa Francisco dizia: “Reflectindo acerca das vossas origens e da vossa história e contemplando a imensa linhagem de quantos viveram através dos séculos o carisma carmelita, descobrireis assim a vossa vocação actual de ser profetas de esperança. E é precisamente nesta esperança que sereis regenerados.

Num mundo que permanentemente desconhece Cristo e, de facto, o rejeita, sois convidados a aproximar-vos e aderir cada vez mais profundamente a Ele. Isto é de vital importância no nosso mundo tão desorientado, “porque quando se apaga a sua chama, também as outras luzes acabam por perder o seu vigor” (Lumen Fidei, 4) (...). Sede missionários da misericórdia de Deus, que sempre nos perdoa e tanto nos ama!”.

Nesta dezena peçamos a graça de ter um olhar contemplativo: Continua o Papa Francisco: “A íntima amizade com Ele que nos ama torna-nos capazes de ver com os olhos de Deus, de falar com a sua palavra no coração, de conservar a beleza desta experiência e de compartilhá-la com aqueles que têm fome de eternidade”.

5º Mistério: A perda e o encontro de Jesus no Templo entre os doutores da Lei

Depois de José e Maria andarem três dia aflitos à procura de Jesus, encontraram-no no Templo, sentado entre os doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas (Lc 2, 46).

No regresso a Nazaré, após um dia de viagem, Maria e José aperceberam-se de que Jesus não vinha com eles. Sinal importante para nós: quando nos apercebermos de que Jesus não está a fazer caminho connosco, devemos ficar preocupados e ir à procura dele. Podemos perder tudo mas não podemos perder Jesus. Jesus é a nossa vida, se o perdemos, perdemo-nos.

“Porque me procuráveis? Não sabíeis que devia estar em casa de meu Pai?” (Lc 2, 49). Embora não compreendendo a resposta de Jesus, Maria guardava tudo no seu coração.

Maria teve que caminhar pela fé. Imitando a sua fé, somos capazes de ver para além das coisas exteriores que nos rodeiam. Maria era uma contemplativa. Uma contemplativa é uma amiga madura de Deus que busca a realidade com os olhos de Deus e que ama o que vê com o coração de Deus. “Um carmelita sem esta vida contemplativa é um corpo morto!” (Papa Francisco).

Nesta dezena peçamos a graça da paixão pela missão: Exorta-nos o Papa Francisco: “Queridos Irmãos Carmelitas, a vossa missão é a mesma de Jesus. (...) Nunca nos devemos esquecer que somos lançados para águas turbulentas e desconhecidas, mas Aquele que nos chama à missão dá-nos também a coragem e a força para a realizar. (…) Sede missionários do amor e da ternura de Deus”.

ORAÇÃO PELA FAMÍLIA CARMELITA

Senhor nosso Deus, que em Jesus Cristo, teu Filho, fizeste brotar para nós o manancial da água viva e concedeste à Ordem do Carmo, nascida junto à Fonte de Elias, no Monte Carmelo, a graça de com Ele viver em estreita familiaridade, à semelhança da Virgem Maria, nossa Mãe, nós te pedimos pela Família Carmelita, para que, pela oração, fraternidade e zelo apostólico, testemunhe sempre o vosso Amor misericordioso, e leve a todos, no fogo do Espírito, a presença viva e transformante de Jesus Cristo, Nosso Senhor, que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo. Amen.

 
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BULA DE PROCLAMAÇÃO
DO JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA

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http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/apost_letters/documents/papa-francesco_bolla_20150411_misericordiae-vultus.html

 
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