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O Carmelo

"O Carmelo é uma riqueza

para todas as comunidades cristãs".

(João Paulo II)

  

 A Ordem Carmelita é uma Ordem Religiosa Católica de Homens e Mulheres que, inspirados pelo espírito do Profeta Elias e da Bem-Aventurada Virgem Maria, tentam viver uma vida no seguimento de Jesus Cristo através da Contemplação, Fraternidade e Serviço no meio do povo.

 

 

 
Bodas de Ouro Sacerdotais de D. Vitalino Dantas

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Santuário do Sameiro - Braga

03. Agosto 1968 | 03. Agosto. 2018

Parada de Gatim - Vila Verde (Braga)

04. Agosto.1968 | 05. Agosto. 2018


António Vitalino Fernandes Dantas nasceu em Santa Marinha de Oleiros, Vila Verde, Arqui­diocese de Braga), a 3 de Novembro de 1941.

Filho de Manuel da Silva Dantas e de Rosa Augusta Fernandes.

Aos 5 anos foi residir para Parada de Gatim, também do concelho de Vila Verde.

Entrou no Seminário Carmelita da Falperra em 1957.

Fez o Noviciado em Longra-Douro (Felgueiras) em 1960 / 61; a Profissão Simples, em 8 de Setembro de 1961 e a Solene, em 10 de Julho de 1965.

Iniciou os estudos de Filosofia e Teologia no Instituto "Sedes Sapientiae" dos Padres Domini­canos, em Fátima, de 1961 a 1966 e terminou-os na Universidade de Mogúncia, Alemanha, que frequentou a partir de 1966.

Recebeu a ordenação sacerdotal a 3 de Agosto de 1968, no Santuário do Sameiro, Braga, das mãos de D. António Ribeiro.

Continuou os estudos nas universidades de Mogúncia e de Friburgo, na Alemanha, ocupan­do-se, simultaneamente, na pastoral dos emigrantes.

Regressou a Portugal em 1966, onde exerceu diversos cargos na Ordem do Carmo em Por­tugal, à que pertence.

Foi pároco de Santo António dos Cavaleiros e Frielas de 1977 a 1984.

Bispo Auxiliar do Patriarcado de Lisboa, nomeado a 3 de Julho de 1996, com o título de Tlós, na Turquia, e ordenado a 29 de Setembro de 1996, na igreja dos Jerónimos, pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, D. António Ribeiro.

Anteriormente, a nível diocesano, foi membro do Conselho Pastoral Diocesano e Consultor eclesiástico do Secretariado Executivo da Comissão Nacional das Comemorações dos 5 Sécu­los de Evangelização e Encontro de Culturas Reitor da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, no Largo do Rato, em Lisboa.

Em 25 de Janeiro de 1999 foi nomeado bispo de Beja, tendo tomado 11de Abril de 1999.

Ao atingir os 75 anos de idade, como prescrito nas leis da Igreja, apresentou a Sua Santidade o Papa Francisco o seu pedido de resignação, que lhe foi concedido.

Pode ver mais em: https://www.youtube.com/watch?v=VMQUagCnAac

 

 
Os verbo do Pastor: ver, ter compaixão e ensinar

Os verbo do Pastor: ver, ter compaixão e ensinar

 

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O Evangelho de hoje (16º Domingo, Ano B) narra-nos como os apóstolos, após a sua primeira missão, retornam para onde Jesus estava e contaram-lhe tudo aquilo que tinham feito e ensinado. Os apóstolos, depois da experiência da missão, certamente entusiasmante, mas também esgotante, tinham necessidade de descanso. Jesus, cheio de compreensão, preocupa-se em assegurar-lhes um pouco de alívio e diz: Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco. Entretanto, nesta ocasião a intenção de Jesus não se pôde realizar, porque a multidão, intuindo o lugar solitário para onde a barca os levava, chegou ao lugar antes deles.


O mesmo também pode acontecer hoje. Às vezes, não conseguimos realizar os nossos projectos porque surge um imprevisto urgente que modifica os nossos programas e que requer da nossa parte flexibilidade e disponibilidade para com as necessidades dos demais. Quando isto acontece, somos chamados a imitar tudo o que Jesus fez: “Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas”. Nesta breve frase, o evangelista oferece-nos um flash de singular intensidade, fotografando os olhos do divino Mestre e a sua atitude. É nesta frase que se mostram os três verbos que devem guiar toda a acção pastoral: ver, ter compaixão e ensinar. Podemos chamá-los de “os verbo do Pastor”.


O olhar de Jesus não é um olhar neutro, frio ou distanciado, porque Jesus sempre olha com os olhos do coração. E o seu coração é tão terno e tão pleno de compaixão, que sabe acolher as necessidades também mais escondidas das pessoas. A sua compaixão não indica simplesmente uma reacção emotiva frente a uma situação de inquietude das pessoas, mas vai mais além: é a atitude e a predisposição de Deus para com o homem e a sua história.


Dado que Jesus comoveu-se ao ver todas aquelas pessoas necessitadas de guia e de ajuda, poderíamos esperar que ele fizesse um milagre. Entretanto, pôs-se a ensiná-las, a ensiná-las muitas coisas. Eis o primeiro pão que o Messias oferece à multidão faminta e necessitada: o pão da Palavra. Todos nós necessitamos de palavras de verdade que nos guiem e que iluminem o nosso caminho. Sem a verdade, que é o próprio Cristo, não é possível encontrar a orientação correcta na vida. Ao contrário, quando nos afastamos de Jesus e do seu amor, perdemo-nos e a existência transforma-se em desilusão e em insatisfação.


Com Jesus ao nosso lado, podemos proceder com segurança, podemos superar as provações, progride-se no amor para com Deus e para com o próximo. Jesus fez-se dom para os demais, tornando-se assim modelo de amor e de serviço para cada um de nós.

 

Papa Francisco, Angelus (resumo) de 22 de Julho de 2018

 

 
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