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O Carmelo

"O Carmelo é uma riqueza

para todas as comunidades cristãs".

(João Paulo II)

  

 A Ordem Carmelita é uma Ordem Religiosa Católica de Homens e Mulheres que, inspirados pelo espírito do Profeta Elias e da Bem-Aventurada Virgem Maria, tentam viver uma vida no seguimento de Jesus Cristo através da Contemplação, Fraternidade e Serviço no meio do povo.

 

 

 
Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei e Senhor do Universo - Ano A

SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

REI DO UNIVERSO (ANO A)

23 de Novembro de 2014

 Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus (Mt 25, 31-46)

31Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quando o Filho do Homem vier na sua glória, acompanhado por todos os seus anjos, há-de sentar-se no seu trono de glória. 32Perante Ele, vão reunir-se todos os povos e Ele separará as pessoas umas das outras, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. 33À sua direita porá as ovelhas e à sua esquerda, os cabritos.

34O Rei dirá, então, aos da sua direita: 'Vinde, benditos de meu Pai! Recebei em herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. 35Porque tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, 36estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo.'

37Então, os justos vão responder-lhe: 'Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? 38Quando te vimos peregrino e te recolhemos, ou nu e te vestimos? 39E quando te vimos doente ou na prisão, e fomos visitar-te?' 40E o Rei vai dizer-lhes, em resposta: 'Em verdade vos digo: Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes.'

41Em seguida dirá aos da esquerda: 'Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, que está preparado para o diabo e para os seus anjos! 42Porque tive fome e não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber, 43era peregrino e não me recolhestes, estava nu e não me vestistes, doente e na prisão e não fostes visitar-me.' 44Por sua vez, eles perguntarão: 'Quando foi que te vimos com fome, ou com sede, ou peregrino, ou nu, ou doente, ou na prisão, e não te socorremos?' 45Ele responderá, então: 'Em verdade vos digo: Sempre que deixastes de fazer isto a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer.'

46Estes irão para o suplício eterno, e os justos, para a vida eterna.»

Contexto

O “Sermão da Vigilância”, o quinto e último livro da Nova Lei, encerra com a parábola que descreve o Juízo Final. As bem-aventuranças descreveram o portão de entrada para o Reino, enumerando oito categorias de pessoas: os pobres de espírito, os mansos, os aflitos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os de coração limpo, os promotores da paz e os perseguidos pela justiça. A “Parábola do Juízo Final” conta o que devemos fazer para poder tomar posse do Reino, a saber, acolher os famintos, os sedentos, os estrangeiros, os sem-roupas, os doentes e os prisioneiros. No começo e no fim da Nova Lei, estão os excluídos e marginalizados, estão os que procuram acabar com a exclusão.

No fim do século I as comunidades cristãs eram uma minoria. Vistas do lado de fora, pareciam grupos dissidentes do mundo judeu. Ainda não tinham lideranças próprias organizadas. Os seus superiores jurídicos ainda eram os escribas e os fariseus. O que havia eram missionários e missionárias ambulantes que passavam pelas comunidades para animá-las a continuar firmes na nova maneira de viver a Lei de Deus. Estes missionários eram pessoas simples, leigas, sem muita instrução. Por isso, eram desprezadas e perseguidas pelas lideranças dos judeus. Passavam fome e sede e, muitas vezes, eram lançadas na prisão. Esta situação é o pano de fundo da “Parábola do Juízo Final”.

Comentário

Mateus 25,31-33: Abertura do julgamento final. Chegou a hora do julgamento. O Filho do Homem aparece e reúne ao seu redor todas as nações do mundo. Separa as pessoas como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. O pastor sabe discernir. Ele não erra: ovelhas à direita, cabritos à esquerda. Jesus não erra. Ele sabe discernir bons e maus. Jesus não julga nem condena. Ele apenas separa. É a pessoa que se julga e se condena pelo seu relacionamento com os pequenos.

Mateus 25,34-36: Sentença para os que estiverem à sua direita. Os que estão à sua direita são chamados “Benditos de meu Pai!”, isto é, recebem a bênção que Deus prometeu a Abraão e à sua descendência (Gn 12,3). Eles são convidados a tomar posse do Reino, preparado para eles desde a fundação do mundo. O motivo da sentença é este: “Tive fome e sede, era estrangeiro, nu, doente e preso, e vós me ajudastes!” A parábola tem um suspense. Até agora não se disse quem são as ovelhas que ficam à direita do Juiz. Sabemos apenas que elas acolheram o Juiz quando este estava faminto, sedento, estrangeiro, nu, doente e preso. E, pela maneira de falar “meu Pai” e “Filho do Homem”, sabemos também que o Juiz é Jesus.

Mateus 25,37-40: O esclarecimento do Juiz: o vigário de Cristo é o pobre. Os que acolheram os excluídos são chamados “justos”. Isso significa que a justiça do Reino não se alcança observando normas e prescrições, mas acolhendo as pessoas necessitadas. Mas os próprios justos não sabem quando foi que acolheram Jesus necessitado. Jesus responde: “Toda as vezes que o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes!” Quem são estes “meus irmãos mais pequeninos”? Noutras passagens do Evangelho de Mateus, as expressões “meus irmãos” e “pequeninos” indicam os discípulos (Mt 10,42; 12,48-50; 18,6.10.14; 28,10). São os membros mais abandonados da comunidade, os desprezados que não recebem lugar e não são bem recebidos (Mt 10,40). Jesus identifica-se com eles. Mas não é só isso. Aqui no contexto tão amplo desta parábola final, a expressão “meus irmãos mais pequeninos” alarga-se e inclui todos aqueles que na sociedade não têm lugar. Indica todos os pobres. E os “justos” e os “benditos de meu Pai” são todas as pessoas que acolhem o outro na total gratuidade, independentemente do facto de serem cristãos ou não.

Mateus 25,41-43: Sentença para os que estiverem à sua esquerda. Os que estão do outro lado do Juiz são chamados de “malditos” e são destinados ao fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. Jesus usa a linguagem simbólica comum daquele tempo para dizer que essas pessoas não entram no Reino. E aqui também o motivo é um só: não acolheram Jesus faminto, sedento, estrangeiro, nu, doente e preso. Não é Jesus que nos impede de entrar no Reino, mas é antes a nossa prática de não acolher o outro, a cegueira que nos impede de ver Jesus nos pequeninos.

Mateus 25,44-46: Pedido de esclarecimento e resposta do Juiz. O pedido de esclarecimento mostra que se trata de gente bem comportada, pessoas que têm a consciência em paz. Estão certas de terem praticado sempre o que Deus pedia delas. Por isso estranham quando o Juiz diz que não o acolheram. O Juiz responde: “Todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes!” A omissão. Não fizeram coisas más. Apenas deixaram de praticar o bem aos pequeninos e de acolher os excluídos. E segue a sentença final: estes vão para o fogo eterno, e os justos para a vida eterna. Assim termina o quinto livro da Nova Lei.

A presença de Jesus no meio de nós e a leitura dos Evangelhos

Os quatro Evangelhos são o álbum de fotografias do novo povo de Deus. Neles os primeiros cristãos conservaram para nós as fotos mais bonitas de Jesus. Eles conservavam as palavras de Jesus não como palavras de alguém do passado. Para eles, Jesus não era uma pessoa falecida de saudosa memória, mas alguém bem vivo no meio deles. Quando liam ou ouviam as palavras do Evangelho, não as escutavam como se fossem palavras de 20 ou 30 anos atrás, gravadas numa fita, porém, como palavras que este Jesus, vivo e presente, se dirigia eles naquele momento. Assim, no texto de hoje, este mesmo Jesus aponta os pobres e os excluídos e nos diz: “Sou eu!”

 
Do Prior como servidor dos Irmãos (nº 22)

A Regra do Carmo

- Do Prior como servidor dos Irmãos (n.º 22) -

 22. Agora, você, irmão B., e quem quer que for indicado como prior depois de você, tenham sempre em mente e cumpram na prática o que o Senhor diz no Evan­gelho: Todo aquele que entre vocês quiser tornar-se o maior, seja o seu servidor, e quem quiser ser o primeiro, seja o seu empregado.

 Um pouco de história: resumindo o que já vimos na Regra sobre a função do Prior

 No começo da Regra, o Prior recebe atribuições que dizem respeito à organização da vida comunitária. Ele deve cuidar para que todos tenham as condições necessárias para poder viver o ideal do Carmelo, a saber:

  •  ele deve ser eleito por unanimidade ou pela maioria (RC 1);
  •  junto com os irmãos, decide sobre o lugar de moradia (RC 5);
  •  junto com os irmãos, cuida para que cada frade tenha a sua cela (RC 6);
  •  é ele que deve dar licença com relação à mudança de lugar de moradia (RC 8);
  • é ele que deve receber as pessoas na entrada do lugar de moradia e encaminhá-las (RC 9);
  • através de um dos irmãos por ele indicado, deve cuidar da distribuição dos bens conforme as necessidades e as idades das pessoas (RC 12)

Agora, no fim da Regra, todas estas atribuições recebem um sentido mais profundo. Elas devem ser vistas como um serviço, através do qual o Prior imita mais de perto a Jesus que disse: “Não vim para ser servido, mas para servir!” Diz a Regra: Agora, você, irmão B., e quem quer que for indicado como Prior depois de você, tenham sempre em mente e cumpram na prática o que o Senhor diz no Evan­gelho: Todo aquele que entre vocês quiser tornar-se o maior, seja o seu servidor, e quem quiser ser o primeiro, seja o seu empregado. O Prior recebe esta recomendação não só para que os outros possam realizar melhor o ideal de viver em obséquio de Jesus Cristo, mas aqui se indica também como ele, o Prior enquanto Prior, deve viver em obséquio de Jesus Cristo. Ele deve, por assim dizer, ser um outro Jesus servidor no meio dos irmãos. A sua função faz parte do ideal do Carmelo de viver em obséquio de Jesus Cristo.

Na Regra do Carmo, o superior não é um abade, não é visto como alguém que, pela sua doutrina e pelas suas exposições, ensina os outros como devem viver em obséquio de Jesus Cristo. É quase o contrário. Ele é visto como alguém que, na prática, pela sua maneira de servir, é um testemunho vivo de Jesus, um reflexo de Jesus para os irmãos. Como Jesus, o Prior deve ser a revelação do que Deus quer de nós. Ele deve fazer isto olhando, meditando e praticando as palavras e o exemplo de Jesus nos evangelhos. Deve ser um doutorado na vivência da Palavra, pois é na leitura orante da Palavra que a Regra mais insiste. Aqui não se trata do conhecimento ou do estudo da Palavra, mas sim da vivência.

Não são, em primeiro lugar, as qualidades que definem a função do Prior, mas sim a sua posição como representante de Jesus. Isto exige dos súditos um olhar de fé e de humildade (RC 21), e exige do próprio Prior um esforço maior na observância do ideal. Aceitar um "empregado" como messias foi um escândalo para Pedro. Aceitar como superior ou superiora um irmão ou uma irmã menos instruída, mas servidora, pode ser motivo de escândalo hoje. Como diz o canto, "eles queriam um grande rei que fosse forte e dominador, e por isso não creram nele".

Os números 4 a 9 da Regra tratam da infra-estrutura da vida comunitá­ria. Na organização desta infra-estrutura, o Prior tem um papel preponderante: coordenação (RC 4), escolha do lugar de moradia (RC 5), cela dos frades (RC 6), mudança de lugar de moradia (RC 8), acolhida das pessoas (RC 9). Nos números 10 a 15, onde se descreve o ideal da vida carmelitana, já não se fala do Prior, a não ser no capí­tulo sobre a distribuição dos bens (RC 12), pois a vivência do ideal é da responsabilidade de todos. A função do Prior é realmente um “serviço”. Ele deve dispor tudo de tal maneira, para que todos tenham as condições necessárias para poder levar uma vida de acordo com o ideal proposto nos números 10 a 15 da Regra. Para que ele possa realizar bem esta função, assim diz a Regra, o Prior deve ter diante de si o exemplo da pessoa de Jesus.

O lugar central que Jesus ocupa na Regra do Carmo 

No Prólogo (RC 1 a 3): “Viver em obséquio de Jesus Cristo”

O seguimento de Jesus define o objetivo e o rumo da vida no Carmelo. É o pano de fundo, contra o qual deve ser lido e interpretado tudo o que segue nos vinte e quatro números da Regra. Estes mostram o caminho que o carmelita e a carmelita devem seguir para poder “viver em obséquio de Jesus Cristo” e, assim, alcançar um “coração puro” e uma “consciência serena”. Falando ou não falando explicitamente de Jesus, a Regra é profundamente cristológica. A vivência do Seguimento de Jesus é o seu centro. A pessoa de Jesus é uma presença constante a comunicar uma mensagem bem atual. 

Na infra-estrutura da vida comunitária (RC 4 a 9): Garantir o espaço comunitário

Os números 4 a 9 da Regra não têm outro objetivo, a não ser criar e garantir o espaço comu­nitário que é necessário para o carmelita e a carmelita poderem realizar o Seguimento de Jesus. A vida em obséquio de Jesus que pretende limpar o coração e criar serenidade na consciência, só pode ser feita dentro do espaço de uma comunidade.

Na descrição do ideal (RC 10-15): Os elementos básicos do seguimento de Jesus 

Os números 10 a 15 da Regra estabelecem os elementos básicos dessa vida comunitária em obséquio de Jesus Cristo. Os carmelitas devem imitar a comunidade-modelo dos primeiros cristãos, tal como é descrita nos Atos dos Apóstolos. A vida em obséquio de Jesus tem um ritmo diário, semanal e anual. Diário, porque diariamente eles devem celebrar a Eucaristia, rezar o ofício e meditar a lei do Senhor. Semanal, porque uma vez por semana devem fazer revisão de vida e verificar se estão vivendo realmente em obséquio de Jesus. Anual, porque, durante o ano, acompanham as festas que celebram a vida de Jesus, desde o nascimento (Natal) até à paixão, morte e ressurreição na Páscoa.

Nos meios para realizar o ideal (RC 16-23): Os textos sobre Jesus e o seu alcance para a vida

  • RC 16: Recomenda o jejum desde o dia da Exaltação da Cruz até o dia da Res­surreição do Senhor. Santificar o tempo - Pede uma atenção contínua ao mistério da pessoa de Jesus durante o ano inteiro.
  • RC 18: Os que querem viver piedosamente em Cristo padecem perseguição - As noites escuras da vida devem ser as­sumidas na fé em Jesus. 
  • RC 19: O capacete da salvação deve ser co­locado na cabeça, para que esperem a salvação unicamente do Salva­dor - Jesus é o Salvador, o único que nos pode salvar. Não há outro!
  • RC 20: Lembra que o Senhor Jesus falava pela boca de São Paulo - Jesus chega até nós através dos outros.
  • RC 20: Pede, em nome de Senhor Jesus Cristo, que trabalhem em silên­cio - Em nome de Jesus evitar fofocas e tra­balhar para o próprio sustento.
  • RC 21: Recomenda a prática do silêncio, lembrando a palavra de Jesus so­bre o Juízo final -  Caminho para a justiça. Evitando o falató­rio abre-se o caminho para que o silêncio de Deus nos possa invadir e gerar em nós a justiça.
  • RC 22: Lembra ao superior que ele deve imitar Jesus como servidor - Vivendo para servir, o Prior se torna uma presença viva de Jesus na comu­nidade.
  • RC 23: Lembra aos súditos de ver a Jesus na pessoa do superior - Aprendendo a ver Jesus no Prior, apren­de-se a vê-lo nos irmãos. 

No epílogo (RC 24): Abrir-se para a misericórdia 

A quem fizer mais do que o prescrito, a Regra diz que o Senhor, na sua volta lhe pagará. Aqui no epílogo, a Regra evoca a parábola do Bom Samaritano (Lc 10,35) e abre o horizonte para a misericórdia, cujo único limite é a prática do amor.

Coordenar a obediência dos irmãos - Usar o poder como serviço aos irmãos 

A função do Prior dá ao irmão “que for indicado como Prior” depois de B. a missão e a oportunidade única de re-presentar (tornar presente de novo) a Jesus como servidor dos irmãos. Jesus definiu sua vida como serviço: “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate para muitos!” (Mt 20,28; Mc 10,45). A imagem do Messias como servidor e não como figura poderosa vem de Isaías que, na época do cativeiro, apresentava ao povo o modelo do Servo de Javé (Is 42,1-9; 49,1-6; 50,4-9; 52,13-53,12; 62,1-3). Jesus encontrou no Servo de Javé de Isaías a inspiração e o modelo para realizar a sua missão como messias. Foi assim que ele se apresentou na sinagoga de Nazaré (Is 62,1-3 e Lc 4,16-21).

Esta profecia nasceu da frustração e da decepção sofridas com o desmando dos reis que, em vez de servir o povo, o dominavam e o exploravam. O Reino de Deus, imaginado por Isaías para o futuro, não vem como domínio mas como serviço. O povo de Deus é chamado a anunciar a Boa Nova não pela força, mas pelo serviço. Esta espiritualidade do serviço animava a renovação que vinha da base entre os pobres, os anawim. Foi assim que Maria definiu a sua atitude diante da palavra de Deus: “Eis aqui a serva do Senhor!”

É isto que a Regra pede do Prior. Na sua maneira de viver em obséquio de Jesus Cristo ele deve acentuar, tanto na mente como na prática, esta dimensão do serviço. Deve, não tanto ensinar, mas sim viver o que Jesus falou no evangelho: “Todo aquele que quiser ser o maior entre vocês, seja o seu servidor, e todo aquele que quiser ser o primeiro, seja o seu empre­gado. Esta maneira de exercer o poder é sumamente atual para hoje.

Carlos Mesters, O. Carm.

 
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