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Solenidade de Nossa Senhora do Carmo – 16 de Julho

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Os carmelitas contemplam aquela que é o ideal de vida carmelita, a Virgem Maria, a quem invocam com o doce título de Senhora do Carmo, recordando o Monte Carmelo, local onde esta família religiosa nasceu, e a quem esta Ordem está dedicada.

Quando em 1191 Ricardo I reconquista a Terra Santa, um sem número de cristãos, esquecendo a Europa fixou-se nos Lugares Santos, sobretudo em locais de tradição bíblica. A beleza do Monte Carmelo atraíu muitos desses homens. Recordavam-se daquela frase do profeta Jeremias que dizia: «Levar-vos-ei ao Carmo onde saboreareis os seus deliciosos frutos». Recordavam-se do profeta Elias e da nuvenzinha pequenina e frágil que ele vira subir do mar, como símbolo de Maria. E resolveram construir uma capela em honra de Nossa Senhora que passou a ser conhecida, desde o início, como a Senhora do Carmo. Carmo quer dizer «jardim de Deus», «vinha de Deus». Os carmelitas eram as flores do jardim cuidado e protegido por Maria, eram a vinha preciosa que Maria diligentemente trabalhava para dar frutos apetecíveis.

No ano de 1251, já na Europa, a família do Carmo, é alvo de perseguições de várias proveniências, de dentro e fora da Igreja. S. Simão Stock, VI Geral da Ordem, reza com todos os carmelitas a Maria para que ela lhes acuda. No dia 16 de Julho, enquanto o Geral reza a oração do “Flos Carmeli” (Flor do Carmelo /Vide florescente / Esplendor do Céu / Virgem Mãe, singular. / Doce Mãe / Mas sempre Virgem / Aos teus filhos dá teus favores / Ó Estrela do mar) , vê a Virgem que o anima e lhe promete ajuda, enquanto lhe entrega o Escapulário do Carmo, convidando todos a usá-lo para terem a sua protecção. A partir desta data a devoção à Mãe e Irmã dos carmelitas aumentou dentro e fora da Ordem.

Em Lurdes, Bernardete viu Nossa Senhora várias vezes; a última aparição foi no dia de Nossa Senhora do Carmo, 16 de Julho de 1858. Bernardete declara ter visto nesse dia a Virgem «tão bela e gloriosa como nunca». 

Em Fátima, a última aparição, no dia 13 de Outubro de 1917, foi de Nossa Senhora do Carmo. A Irmã Lúcia diz que «por fim lhes apareceu Nossa Senhora do Carmo a abençoar o mundo» e imediatamente se deu o início do milagre do sol.

Muitos e muitos cristãos estão revestidos do Escapulário para melhor manifestarem o seu amor a Maria e assim serem por Ela protegidos. O Escapulário é sinal do amor materno, permanente e estável, de Maria para com os irmãos e as irmãs carmelitas.

Levar o Escapulário é converter-se em discípulo de Jesus, com os sentimentos de Maria, tomá-la por Mãe, Irmã, Mestra e Companheira de caminho em todo o momento e manter com Ela uma relação de inteira confiança a ponto de  revestir-se com as virtudes de Maria para se parecer melhor com ela.

“Que Maria, Mãe e Formosura do Carmelo, a Estrela do Mar, nos guie na nossa jornada, para que saibamos responder com criatividade e alegria aos desafios que se levantam no nosso mundo, por vezes tão complexo.

A todos os que de alguma forma fazem parte da família carmelita envio-vos cordiais saudações. E ... muitas felicidades!” (Fernando Millán Romeral, Prior Geral da Ordem do Carmo).

 

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