Santo Alberto de Jerusalém,
bispo e legislalor da Ordem
Nasceu em Castro de Gualteri (Itália) por volta do ano 1149. Entrou para os Cónegos regulares da Santa Cruz de Mortara (Pavia) onde, em 1180, foi nomeado Prior Geral da Congregação. Bispo de Bobbio (Lombardia) em 1184 e de Vercelli no ano seguinte, foi designado Patriarca latino de Jerusalém em 1205. No exercício do seu ministério encarnou sempre o ideal do bom pastor a serviço da paz, tanto pela palavra como pelo exemplo da sua vida. Durante o seu patriarcado (1206-1214) agrupou em comunidade os irmãos eremitas do monte Carmelo, dando-lhes por escrito uma Regra de vida. Tendo de corrigir e depor o Mestre do Hospital do Espírito Santo por má conduta, foi por este assassinado em S. João de Acre (Palestina) no dia 14 de Setembro de 1214. O seu culto aparece na Ordem em 1504, mas só a partir de 1609 é definitivamente adoptado, estendendo-se em 1672 a toda a Ordem.
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Nenhum sinal de trégua no coração da Europa, onde os ataques russos continuam a atingir zonas residenciais e infraestruturas energéticas: novas vítimas e centenas de milhares de pessoas ficaram sem energia elétrica, apesar do anunciado cessar-fogo energético do presidente dos Estados Unidos, Trump. E o líder ucraniano Zelensky acusa os EUA de apoiar Moscou
O Papa Leão XIV, na sua mensagem para o 100º Dia Mundial das Missões, destaca isso: se quisermos que o trabalho missionário da Igreja produza frutos ainda em nossos dias, precisamos estar em comunhão com Cristo e em comunhão eclesial.
É a convição de David Ucama, perito em Direito administrativo, Direito ambiental e Direito penal, e Docente na Universidade Católica de Moçambique (UCM) - Extensão de Maputo, em recentes depoimentos à Rádio Vaticano e comentando a Carta Encíclica do Papa Leão XIV Magnifica Humanitas (MH).