Beata Arcângela Girlani, religiosa
Memória facultativa: O. Carm.
Nascida em Trino Vercellese, na Itália Setentrional, em meados do séc. XV, tomou o hábito carmelita em Parma, onde também veio a ser prioresa. Mais tarde exerceu o mesmo cargo no novo Mosteiro de Mântua, por ela fundado, onde morreu no dia 25 de Janeiro de 1495. Animada por um vivo sentido da presença do Deus uno e trino, distinguiu-se pela sua especial devoção à SS. Trindade. Em colaboração com o Padre-Geral B. João Soreth, e seguindo as Constituições por ele renovadas, favoreceu uma observância viva do espírito do Carmelo nos mosteiros que lhe tinham sido confiados. O seu culto imemorial foi aprovado a 1 de Outubro de 1864 pelo Papa Pio IX.
Segundo comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé, Leão XIV agradeceu aos presentes pelo doloroso testemunho e reafirmou seu compromisso para que o mal sofrido não se repita com outras pessoas.
O último domingo de setembro é dedicado às pessoas com surdez, cerca de 430 milhões de pessoas em todo o mundo. A mensagem de Luca Lamano, educador surdo: Deus nos criou diferentes uns dos outros; cada um é protagonista com seu grão de mostarda.
Após a missa no Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, Leão se reúne com os profissionais e os atendidos da unidade de acolhimento anexa, onde, desde 1997, já passaram 750 mil pessoas doentes, acompanhantes e pessoas com deficiência. Um profissional de saúde: “aqui compartilhamos um fragmento de calorosa humanidade”. Em seguida, o relato de Margherite, que sofreu sequelas permanentes após um acidente: “Eis a graça que recebi: trabalhar neste lugar que amo”.