Beata Josefa Naval Girbés, virgem secular
Memória facultativa: O.C.D. (fora de Portugal: 6 de Novembro)
Josefa Naval Girbés nasceu em Algemesí (Valência, Espanha) no dia 11 de Dezembro de 1820. Na sua adolescência consagrou-se ao Senhor com voto perpétuo de castidade. Percorreu o caminho da oração e da perfeição evangélica com uma vida de simplicidade e de ardente caridade. Dedicou-se com generosidade às obras de apostolado no ambiente da comunidade paroquial. Fez da sua casa uma oficina e uma escola de oração e de virtudes evangélicas, onde se formaram numerosas jovens e mulheres na sabedoria humana e espiritual. Foi membro da Ordem Terceira da Senhora do Carmo e de Santa Teresa de Jesus, professando íntima devoção à Virgem Mãe de Deus. Morreu piedosamente no dia 24 de Fevereiro de 1893, conservando-se o seu corpo na Igreja paroquial de S. Jaime, sua terra natal. Foi beatificada por João Paulo II a 29 de Setembro de 1988, sendo modelo de quem vive fortemente empenhado em ser testemunha não no claustro, mas no meio do mundo.
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Nenhum sinal de trégua no coração da Europa, onde os ataques russos continuam a atingir zonas residenciais e infraestruturas energéticas: novas vítimas e centenas de milhares de pessoas ficaram sem energia elétrica, apesar do anunciado cessar-fogo energético do presidente dos Estados Unidos, Trump. E o líder ucraniano Zelensky acusa os EUA de apoiar Moscou
O Papa Leão XIV, na sua mensagem para o 100º Dia Mundial das Missões, destaca isso: se quisermos que o trabalho missionário da Igreja produza frutos ainda em nossos dias, precisamos estar em comunhão com Cristo e em comunhão eclesial.
É a convição de David Ucama, perito em Direito administrativo, Direito ambiental e Direito penal, e Docente na Universidade Católica de Moçambique (UCM) - Extensão de Maputo, em recentes depoimentos à Rádio Vaticano e comentando a Carta Encíclica do Papa Leão XIV Magnifica Humanitas (MH).