B. Ciríaco Elias Chavara, presbítero
Memória facultativa
Nasceu em Kainakary (Kerala, Índia) a 10 de Fevereiro de 1805. Entrou no Seminário em 1818 e foi ordenado sacerdote em 1829. Homem de profunda oração, cultivou especialmente as virtudes da simplicidade de coração, fé viva, fiel obediência, devoção ao Santíssimo Sacramento, à Imaculada Virgem Maria e a São José. Em 1831 fundou em Mannanam a Congregação dos Carmelitas de Maria Imaculada e emitiu os votos religiosos em 1855. Nomeado Vigário-Geral da Igreja sirio-malabar em 1861, trabalhou denodadamente em prol da renovação espiritual dos seus fiéis. Conservou uma extraordinária devoção à Santa Sé, tendo sofrido muito pela unidade da Igreja, particularmente durante o cisma de Rocos. Colaborou ainda na fundação da Congregação das Irmãs da Mãe do Carmelo, em 1866. Após dois anos de dolorosa enfermidade, expirou aos 65 anos, a 3 de Janeiro de 1871, em Koonammavu. Antes da sua morte pôde declarar que nunca perdera a sua inocência baptismal. Os seus restos mortais repousam desde 1899 em Mannanam. Foi beatificado por João Paulo II em Kottayam (Índia) a 8 de Fevereiro de 1986.
Na Missa celebrada na Praça da Concórdia, Leão XIV convidou os fiéis a reconhecerem a sede mais profunda que habita o coração humano e a buscarem em Cristo a verdadeira fonte da vida. O Pontífice pediu aos católicos franceses que não guardem a fé para si, mas levem esperança onde há “desânimo e aridez espiritual”.
Um clima de estádio, de fato, no Stade de France, o maior do país, na periferia parisiense de Saint-Denis. Cânticos, danças, fogos de artifício, desfiles de cavalos e jovens vestidos de santos durante o longo e animado evento que foi, acima de tudo, um momento de oração e de encontro com o Pontífice.