Todos os Santos Carmelitas
FestaOs Santos do Carmelo constituem uma grande multidão de irmãos que consagraram a sua vida a Deus, seguindo os ensinamentos do seu Filho e imitando a sua vida, e se entregaram ao serviço da Virgem Maria na oração, na abnegação evangélica, no amor aos irmãos, a ponto de alguns terem derramado o seu sangue. Eremitas do monte Carmelo, mendicantes da Idade Média, mestres e pregadores, missionários e mártires, religiosas que enriqueceram o povo de Deus com a misteriosa fecundidade da sua vida contemplativa, apostólica e docente, leigos que na sua vida souberam encarnar o espírito da Ordem: esta é a grande família carmelita que, enquanto peregrina, se dedicou à prática assídua da oração e que, tendo terminado a sua prova no estádio deste mundo, e tendo-nos deixado o seu exemplo, agora celebra a liturgia celeste. Unidos a esta grande família, e na esperança de nos virmos associar a ela, celebramos e antegozamos, por meio desta festa, as alegrias eternas dos santos que Deus conduziu ao seu monte para os introduzir na sua Casa de Oração. O exemplo e a intercessão destas almas de oração é para nós um estímulo a vivermos a nossa vocação carmelita em obséquio de Jesus Cristo e na imitação da nossa Mãe e Rainha, Flor do Carmelo, Padroeira e Esperança de todos os carmelitas. Esta festa, já mencionada por Inocêncio VIII em 16 de Julho de 1492, estendeu-se à Ordem em 1672.
Leão XIV se fez peregrino na Gruta das Aparições, repetindo os ritos dos fiéis. Deteve-se em oração silenciosa diante da imagem da Virgem Maria; aproximou-se da rocha e a tocou. Na sequência, o Papa bebeu um copo de água da fonte e após colocar uma vela no candelabro, pronunciou uma prece.
Na Missa celebrada na Praça da Concórdia, Leão XIV convidou os fiéis a reconhecerem a sede mais profunda que habita o coração humano e a buscarem em Cristo a verdadeira fonte da vida. O Pontífice pediu aos católicos franceses que não guardem a fé para si, mas levem esperança onde há “desânimo e aridez espiritual”.