Todos os Santos Carmelitas
FestaOs Santos do Carmelo constituem uma grande multidão de irmãos que consagraram a sua vida a Deus, seguindo os ensinamentos do seu Filho e imitando a sua vida, e se entregaram ao serviço da Virgem Maria na oração, na abnegação evangélica, no amor aos irmãos, a ponto de alguns terem derramado o seu sangue. Eremitas do monte Carmelo, mendicantes da Idade Média, mestres e pregadores, missionários e mártires, religiosas que enriqueceram o povo de Deus com a misteriosa fecundidade da sua vida contemplativa, apostólica e docente, leigos que na sua vida souberam encarnar o espírito da Ordem: esta é a grande família carmelita que, enquanto peregrina, se dedicou à prática assídua da oração e que, tendo terminado a sua prova no estádio deste mundo, e tendo-nos deixado o seu exemplo, agora celebra a liturgia celeste. Unidos a esta grande família, e na esperança de nos virmos associar a ela, celebramos e antegozamos, por meio desta festa, as alegrias eternas dos santos que Deus conduziu ao seu monte para os introduzir na sua Casa de Oração. O exemplo e a intercessão destas almas de oração é para nós um estímulo a vivermos a nossa vocação carmelita em obséquio de Jesus Cristo e na imitação da nossa Mãe e Rainha, Flor do Carmelo, Padroeira e Esperança de todos os carmelitas. Esta festa, já mencionada por Inocêncio VIII em 16 de Julho de 1492, estendeu-se à Ordem em 1672.
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O secretário de Estado da Santa Sé: “Em Gaza, na Ucrânia e no Irã, as pessoas estão sofrendo. Kiev tem o direito de se defender; para que haja paz, é preciso voltar aos valores humanos fundamentais”
O Pontífice pediu aos fiéis que intensifiquem a oração do Terço neste mês de outubro em particula pela Terra Santa e pelas vítimas inocentes da violência. Ao final do Angelus, o Papa recordou ainda a realização de um encontro no Vaticano sobre os 10 anos da Exortação Apostólica Amoris laetitia.
No Angelus na Praça São Pedro, ao comentar a Liturgia deste XXVII Domingo do Tempo Comum, Leão XIV recordou os 800 anos da morte do Pobrezinho de Assis e exortou: "Enquanto celebramos o ano jubilar franciscano, imploremos com perseverança o dom da paz e comprometamo-nos sinceramente a construir a concórdia entre os povos"