Santa Maria Maravilhas de Jesus, virgem
Memória: O.C.D.
Maria de las Maravillas de Jesus Pidal y Chico de Guzmán nasceu em Madrid no ano 1891. Entrou nas Carmelitas Descalças de El Escorial, Madrid (Espanha) no dia 12 de Outubro de 1919. Em 1924, movida por uma inspiração divina, fundou um Carmelo no “Cerro de los Ángeles” (o centro geográfico de Espanha), junto ao monumento do Coração de Jesus,. A esta fundação seguiram-se outras nove na sua pátria e uma na Índia. Concedeu sempre a primazia à oração e à imolação. Tinha verdadeira paixão e zelo pela glória de Deus e pela salvação das almas. A partir da clausura, e vivendo uma vida pobre, socorreu os necessitados, fomentando iniciativas apostólicas e obras sociais e caritativas. Ajudou de modo particular a sua Ordem, os sacerdotes e diversas congregações religiosas. Morreu com 83 anos no mosteiro de La Aldehuela (Madrid) no dia 11 de Dezembro de 1974. Foi beatificada a 10 de Maio de 1998 e canonizada no dia 4 de Maio de 2003 por João Paulo II.
Despedido pelo presidente Macron no aeroporto de Metz-Nancy-Lorraine, Leão XIV partiu às 19h33, hora local, e está a caminho de Roma-Fiumicino. A bordo do Airbus A321 da Air France, está prevista a tradicional coletiva de imprensa, durante a qual o Pontífice responde às perguntas de alguns dos 80 jornalistas que o acompanham.
A intervenção de monsenhor Luca Marabese no 15º Congresso das Nações Unidas sobre Prevenção da Criminalidade e Justiça Penal, em Abu Dhabi. Da Santa Sé, o apelo para abolir a pena de morte e a enfrentar três emergências: o tráfico de pessoas, os abusos contra menores no mundo digital e os crimes de ódio
"A reconciliação só é possível com a coragem de quebrar a cadeia do ressentimento", diz o Papa na Catedral de Metz, último compromisso da viagem de 4 dias que também passou por Paris e Lourdes. Leão fala sobre se percorrer um caminho de conversão, como aconteceu na própria cidade fronteiriça marcada por disputas e guerras: perante a injustiça, "o único caminho de salvação para o homem é o amor que cuida do outro". Metz é "chamada hoje, mais do que nunca, a ser um farol de esperança".