Memória: O. Carm. - Memória facultativa: O.C.D.
Nasceu em Mântua (Itália) no dia 17 de Abril de 1447. Sendo ainda jovem, entrou para o Convento carmelita da Congregação de Mântua em Ferrara. Professou em 1464 e desempenhou diversas funções em diferentes conventos. Tendo exercido por seis vezes o cargo de Vigário Geral da sua Congregação, foi eleito Prior Geral da Ordem em 1513. Faleceu em Mântua no dia 20 de Março de 1516. Dotado de singulares virtudes, dedicou-se de corpo e alma à reforma da Igreja, que ardentemente amava. Grande humanista, é considerado um dos poetas latinos de maior relevo da sua época, sendo apelidado “o Virgílio cristão”. O seu culto foi aprovado por Leão XIII no dia 17 de Dezembro de 1885.
Cinco das sete vítimas que se encontraram neste domingo com Leão XIV em Lourdes relataram posteriormente à imprensa internacional detalhes desse momento de diálogo. Todos se disseram impressionados com a “empatia” do Pontífice e com seu profundo conhecimento de suas histórias, da “sistematicidade” dos casos de abuso ao longo dos anos e do trabalho a ser realizado: “Ele não é ingênuo, sabe que é preciso permanecer vigilante”. Foram apresentadas inúmeras propostas.
Leão XIV se despede de Lourdes participando da procissão e recitação do Santo Rosário. Dirigindo-se de modo especial aos doentes, os encorajou com as seguintes palavras: "Os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há de revelar-se em nós".
Segundo comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé, Leão XIV agradeceu aos presentes pelo doloroso testemunho e reafirmou seu compromisso para que o mal sofrido não se repita com outras pessoas.