Beato Luís Rabatá, presbítero
Memória facultativa: O. Carm.
Nascido em Erice, perto de Trápani, na Sicília, em meados do séc. XV, entrou na Ordem do Carmo. Foi Prior do convento reformado de Randazzo, onde morreu em 1490, de uma ferida recebida na cabeça, causada por uma flecha, perdoando ao agressor, de quem não quis revelar o nome. Por isso, não pode ser venerado como mártir, mas apenas como confessor. O seu culto foi aprovado por Gregório XVI a 10 de Dezembro de 1841.
Cinco das sete vítimas que se encontraram neste domingo com Leão XIV em Lourdes relataram posteriormente à imprensa internacional detalhes desse momento de diálogo. Todos se disseram impressionados com a “empatia” do Pontífice e com seu profundo conhecimento de suas histórias, da “sistematicidade” dos casos de abuso ao longo dos anos e do trabalho a ser realizado: “Ele não é ingênuo, sabe que é preciso permanecer vigilante”. Foram apresentadas inúmeras propostas.
Leão XIV se despede de Lourdes participando da procissão e recitação do Santo Rosário. Dirigindo-se de modo especial aos doentes, os encorajou com as seguintes palavras: "Os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há de revelar-se em nós".
Segundo comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé, Leão XIV agradeceu aos presentes pelo doloroso testemunho e reafirmou seu compromisso para que o mal sofrido não se repita com outras pessoas.