S. Simão Stock, religioso
Memória facultativa
De nacionalidade inglesa, fala-se dele em documentos antigos como tendo vivido no séc. XIII, na província de Inglaterra, e morrido em Bordéus. O seu nome tornou-se muito popular graças à oração Flos Carmeli, que lhe foi atribuída, e à grande difusão do Escapulário, em virtude da tradicional visão, acompanhada da grande promessa de Maria: “Este é o privilégio, que te concedo a ti e a todos os que o usarem: quem com ele morrer, não padecerá o fogo eterno, ou seja, será salvo”, a qual inspirou numerosos artistas a partir do séc. XV. É venerado na Ordem do Carmo pela sua grande santidade e sobretudo pela sua peculiar piedade para com a SS. Virgem, à qual recomendou a Ordem no meio das dificuldades com que esta, vinda da Palestina, deparou aquando a sua chegada à Europa. O seu culto estendeu-se liturgicamente a toda a Ordem em 1564.
Cinco das sete vítimas que se encontraram neste domingo com Leão XIV em Lourdes relataram posteriormente à imprensa internacional detalhes desse momento de diálogo. Todos se disseram impressionados com a “empatia” do Pontífice e com seu profundo conhecimento de suas histórias, da “sistematicidade” dos casos de abuso ao longo dos anos e do trabalho a ser realizado: “Ele não é ingênuo, sabe que é preciso permanecer vigilante”. Foram apresentadas inúmeras propostas.
Leão XIV se despede de Lourdes participando da procissão e recitação do Santo Rosário. Dirigindo-se de modo especial aos doentes, os encorajou com as seguintes palavras: "Os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há de revelar-se em nós".
Segundo comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé, Leão XIV agradeceu aos presentes pelo doloroso testemunho e reafirmou seu compromisso para que o mal sofrido não se repita com outras pessoas.