Santa Maria Madalena de’ Pazzi, virgem
Festa: O. Carm. - Memória: O.C.D.
Nasceu em Florença no dia 2 de Abril de 1566. Educada piedosamente e admitida aos 16 anos no mosteiro carmelita de Santa Maria dos Anjos, levou uma vida escondida de oração e de mortificação. Pedia incessantemente a Deus pela reforma da Igreja e dirigiu as suas irmãs no caminho da perfeição. Morreu no ano de 1607, enriquecida por Deus com graças extraordinárias. Distinguiu-se pelo amor à Santíssima Trindade e ao Verbo incarnado, “o Amor não amado”, o conhecimento profundo da Palavra de Deus, a imolação da sua vida pela reforma da Igreja e pela evangelização, bem como pela penitência e prática humilde, mas constante, da mais extremada e pura caridade. Beatificada a 8 de Junho de 1626 por Urbano VIII, foi canonizada a 28 de Abril de 1669 por Clemente IX.
Leão XIV se fez peregrino na Gruta das Aparições, repetindo os ritos dos fiéis. Deteve-se em oração silenciosa diante da imagem da Virgem Maria; aproximou-se da rocha e a tocou. Na sequência, o Papa bebeu um copo de água da fonte e após colocar uma vela no candelabro, pronunciou uma prece.
Na Missa celebrada na Praça da Concórdia, Leão XIV convidou os fiéis a reconhecerem a sede mais profunda que habita o coração humano e a buscarem em Cristo a verdadeira fonte da vida. O Pontífice pediu aos católicos franceses que não guardem a fé para si, mas levem esperança onde há “desânimo e aridez espiritual”.