Nossa Senhora, Mãe da Divina Graça
Memória: O.C.D.«A Santíssima Virgem, predestinada desde toda a eternidade, no desígnio da encarnação do Verbo divino, para Mãe de Deus, foi na terra, por disposição da divina providência, a nobre Mãe do divino Redentor, mais do que ninguém sua companheira generosa e a humilde escrava do Senhor. Concebendo a Cristo, gerando-O, alimentando-O, apresentando-O no templo ao Pai, sofrendo com seu Filho que morria na cruz, ela cooperou de modo absolutamente singular - pela obediência, pela fé, pela esperança e pela caridade ardente - na obra do Salvador para restaurar a vida sobrenatural nas almas. Por tudo isto, ela é nossa Mãe na ordem da graça» (LG 61).
Leão XIV se fez peregrino na Gruta das Aparições, repetindo os ritos dos fiéis. Deteve-se em oração silenciosa diante da imagem da Virgem Maria; aproximou-se da rocha e a tocou. Na sequência, o Papa bebeu um copo de água da fonte e após colocar uma vela no candelabro, pronunciou uma prece.
Na Missa celebrada na Praça da Concórdia, Leão XIV convidou os fiéis a reconhecerem a sede mais profunda que habita o coração humano e a buscarem em Cristo a verdadeira fonte da vida. O Pontífice pediu aos católicos franceses que não guardem a fé para si, mas levem esperança onde há “desânimo e aridez espiritual”.