Após a missa no Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, Leão se reúne com os profissionais e os atendidos da unidade de acolhimento anexa, onde, desde 1997, já passaram 750 mil pessoas doentes, acompanhantes e pessoas com deficiência. Um profissional de saúde: “aqui compartilhamos um fragmento de calorosa humanidade”. Em seguida, o relato de Margherite, que sofreu sequelas permanentes após um acidente: “Eis a graça que recebi: trabalhar neste lugar que amo”.
Em Bolonha, Itália, o prefeito do Dicastério para as Causas dos Santos presidiu a cerimônia em homenagem aos três sacerdotes mortos no massacre de Monte Sole. “Vidas não ceifadas pelo mal, mas levadas à plenitude do amor”. “O sangue deles — destacou ele — não clama por vingança, mas anuncia Cristo”.
Das palavras de Leão na França, orientações valiosas para toda a Igreja: que as comunidades não se tornem um enclave para se defenderem de seu próprio tempo, mas vivam o estilo da proximidade e da compaixão.