Beato Tiago Retouret, presbítero e mártir
Memória facultativa: O. Carm.
O beato Tiago Retouret (1746-1794) faz parte de um grupo de 64 sacerdotes, representando 547 sacerdotes e religiosos que morreram amontoados como animais em dois navios de negreiros na pequena baía de Rochefort, diocese de La Rochelle (França) durante o período mais violento da Revolução francesa. Quando soube da nulidade do juramento da Constituição Civil do Clero, retractou oficialmente o seu assentimento, sendo por isso declarado inimigo do povo que tinha servido como frade observante e pregador no convento de Limoges. Depois de ter sofrido juntamente com os seus companheiros ultrajes, crueldades, privação de todo o conforto espiritual, atormentado especialmente pelo frio, “sofreu uma dolorosa ciática que por longo tempo pôs à prova a sua paciência; mas nunca perdeu a coragem” (testemunha ocular). Morreu, vitimado pela peste, no dia 26 de Agosto de 1794, e foi sepultado na ilha de Madame. Foi beatificado juntamente com os outros 63 companheiros de prisão por João Paulo II no dia 1 de Outubro de 1995.
Na tarde desta sexta-feira, 29 de maio, o Papa Leão XIV e o primeiro-ministro do país norte-americano mantiveram uma conversa telefônica centrada nos temas da encíclica recém-publicada, mas também no compromisso com a paz entre os povos, em particular no Oriente Médio e na Ucrânia, e em assuntos de interesse comum.
O padre Youhanna Semaan, monge do Mosteiro de São Charbel em Annaya, relata como o Rosário pela Paz, convocado por Leão XIV para este sábado, 31 de maio, será celebrado no País dos Cedros: "Esperamos milhares de pessoas. Para nós, libaneses, é importante rezar em meio a crises, bombardeios e pessoas fugindo. A oração abre as mentes do mundo inteiro para ver que as guerras são inúteis; não são nada além de destruição."
Na frente regional, os contatos entre os Estados Unidos e o Irã continuam. O presidente Trump afirmou que qualquer entendimento dependerá de se chegar a um acordo "benéfico" para Washington, enquanto o vice-presidente J.D. Vance falou sobre progresso nas negociações. Teerã apontou a China como possível garantidora de um acordo