Beato Luís Rabatá, presbítero
Memória facultativa: O. Carm.
Nascido em Erice, perto de Trápani, na Sicília, em meados do séc. XV, entrou na Ordem do Carmo. Foi Prior do convento reformado de Randazzo, onde morreu em 1490, de uma ferida recebida na cabeça, causada por uma flecha, perdoando ao agressor, de quem não quis revelar o nome. Por isso, não pode ser venerado como mártir, mas apenas como confessor. O seu culto foi aprovado por Gregório XVI a 10 de Dezembro de 1841.
O secretário para as Relações com os Estados e as Organizações Internacionais da Santa Sé presidiu na noite de sábado, 27 de junho, uma missa na catedral de Kaunas, na Lituânia, por ocasião do centenário da primeira província eclesiástica unida do país. O arcebispo confiou à intercessão da Mãe de Deus os povos provados pela guerra, nesta época “ferida pelo conflito dilacerante na atormentada Ucrânia”.
No Angelus dominical, Leão XIV agradeceu aos peregrinos que, numerosos, compareceram à Praça São Pedro não obstante o calor. Muitos se refugiaram sob a colunata de Bernini para se reparar do sol e da onda de calor que atinge toda a Europa. Comentando o Evangelho do dia, o Pontífice indicou três atitudes: desapego, perda e acolhimento.