Nossa Senhora, Mãe da Divina Graça
Memória: O.C.D.«A Santíssima Virgem, predestinada desde toda a eternidade, no desígnio da encarnação do Verbo divino, para Mãe de Deus, foi na terra, por disposição da divina providência, a nobre Mãe do divino Redentor, mais do que ninguém sua companheira generosa e a humilde escrava do Senhor. Concebendo a Cristo, gerando-O, alimentando-O, apresentando-O no templo ao Pai, sofrendo com seu Filho que morria na cruz, ela cooperou de modo absolutamente singular - pela obediência, pela fé, pela esperança e pela caridade ardente - na obra do Salvador para restaurar a vida sobrenatural nas almas. Por tudo isto, ela é nossa Mãe na ordem da graça» (LG 61).
Leão XIV conclui o encontro com os cardeais com a esperança renovada: "Estes dias fortalecem minha esperança. Não apenas pelo que compartilhamos, mas pela maneira como o fizemos. Em uma época marcada pela polarização, até mesmo a maneira como a Igreja escuta e dialoga torna-se parte de seu anúncio".
Na quarta sessão do Consistório, o tema da sinodalidade foi exposta pelo cardeal maltês Grech, que afirmou que esta consciência amadureceu na Igreja não sem esforço.
O encontro reuniu, no Palazzo San Calisto, representantes dos Dicastérios para a Doutrina da Fé, para a Cultura e a Educação, para a Comunicação e para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, bem como das Pontifícias Academias para a Vida, das Ciências e das Ciências Sociais.