4º Domingo do Advento, ano A – 21 de dezembro de 2025

sonho de sao jose 3 Raphael Mengs

Acolhimento. Sinal da cruz. Oração inicial. Invocação do Espírito Santo:


A. Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis
T. E acendei neles o fogo do vosso amor.
A. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado
T. E renovareis a face da terra.

A. Oremos. Senhor, nosso Deus, que iluminastes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, tornai-nos dóceis às suas inspirações, para apreciarmos retamente todas as coisas e gozarmos sempre da sua consolação. Por Cristo, nosso Senhor. T. Amen.

 

1) LEITURA (Que diz o texto? Que verdade eterna, que convite/promessa de Deus traz?)

 Leitura do Evangelho segundo S. Mateus (1,18-24)

1,18A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua Mãe, estava desposada com José e antes de terem vivido juntos, achou-se grávida por virtude do Espírito Santo. 19Mas José, seu marido, que era justo e não queria expô-la, resolveu repudiá-la em segredo. 20Tendo ele assim pensado, eis que lhe apareceu, num sonho, um anjo do Senhor, dizendo: “José, filho de David, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado é do Espírito Santo. 21Dará à luz um Filho e pôr-lhe-ás o nome de Jesus, pois Ele salvará o seu povo dos seus pecados”. 22Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que tinha sido dito pelo Senhor por meio do profeta: 23“Eis que a virgem conceberá no ventre e dará à luz um filho, a quem chamarão Emanuel” o que, traduzido, é: “Deus connosco”. 24Quando despertou do sono, José fez como o Anjo do Senhor lhe tinha ordenado e recebeu a sua mulher.

 Ler a primeira vez… Em silêncio, deixar a Palavra ecoar no coração… Observações:

O texto de hoje pertence ao género literário, já presente no AT, dos “relatos do nascimento” de um eleito de Deus: o nascimento do eleito é anunciado por um anjo, que dá a conhecer a missão que Deus lhe vai confiar (cf. Jz 13,3s), indicada pelo nome que lhe deverá ser imposto, depois de ter nascido (cf. Gn 17,19). O eleito é, deste modo, associado, de forma singular, à obra salvífica de Deus, que é Quem toma a iniciativa e age através dele, mostrando que a obra é Sua, que a Sua Palavra é verdadeira e se cumpre sempre.

  • v. 18. A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua Mãe, estava desposada com José e antes de terem vivido juntos, achou-se grávida por virtude do Espírito Santo.

    vv. 18-25: Lc 2,1-7. A conceção de Jesus é o primeiro episódio do “Livro da origem de Jesus Cristo” (v. 1). Depois de ter apresentado a origem humana de Jesus, mostrando que Ele é “filho de David” (vv. 117), ou seja, descendente de David, Mateus apresenta a origem divina de Jesus (vv. 18-25). Ao designá-la “nascimento”, génesis em grego (vv. 1.18), o nome do primeiro livro da Bíblia na tradução grega dos LXX, Mateus indica que em Jesus se inaugura uma nova criação. O título grego “Cristo” (Mt, 16x, 6+10 = yod+vav, uma das formas do nome divino), traduz o hebraico Messias, significando o “ungido” pelo Espírito Santo (Is 11,2),  prometido por Deus a David (2Sm 7,11-16), que seria sacerdote, profeta e rei (Lv 21,12; Dt 18,18; Is 45,1; 1QS 9,11) e havia de trazer a salvação definitiva ao seu povo. O título "Cristo" já é usado aqui por Mateus como um nome próprio (v. 1): "Jesus Cristo".

    Estamos em Nazaré. Maria e José estavam desposados (v. 16; Lc 1,27). O casamento em Israel processava-se em duas fases: na primeira, o desposório (he. 'aras: Dt 22,23) ou esponsais (he. 'erusin), os noivos prometiam-se um ao outro em casamento mediante um contrato (a ketubá) e desposavam-se, mas sem coabitarem. Numa segunda fase, decorrido um certo tempo (cerca de um ano: Ket 57b), selavam o seu compromisso definitivo, o casamento propriamente dito (he. hathunná: Ct 3,11; ou nessuin), passando então a viver juntos (cf. v. 24). O vínculo assumido no desposório tinha, no entanto, um caráter tão sério que eles já se chamavam “marido” e “mulher” e se uma das partes quisesse voltar atrás, sofria uma penalidade, sendo necessário recorrer ao divórcio para o dissolver. Se nesta fase fosse concebido um filho, ele era considerado filho legítimo de ambos, e se a noiva cometesse uma infidelidade, era tratada como adúltera (cf. Dt 22,20-24).

    É nesta fase que algo de absolutamente inédito acontece: sem ter coabitado com José, Maria, que ainda vive em sua casa, acha-se grávida por virtude “do Espírito Santo” (cf. v. 20). O Espírito Santo é o amor de Deus em ação, a Sua força criadora que está na origem do universo (cf. Gn 1,2; Sl 104,30) e do homem (cf. Jb 33,4!; Ez 37,5s; Is 42,5). Jesus não será apenas ungido pelo Espírito Santo como Messias, mas é obra sua, desde o princípio. Ele é o Homem novo, no qual se inaugura a nova criação. Maria, entretanto, não diz nada a ninguém, nem sequer a José, pois confia em Deus e deixa que seja Ele a tomar a direção de tudo.

  • v. 19. Mas José, seu marido, que era justo e não queria difamá-la, resolveu repudiá-la em segredo.

    Entra então em cena José (he. “Ele acrescente”). Ele é “filho de Jacob” (v. 16), evocando José, filho do patriarca Jacob, o “homem dos sonhos” (Gn 30,24; 37,19), enviado por Deus à frente dos seus irmãos para “salvar” as suas vidas, em vista da “grande libertação” (Gn 45,7). É o que José fará com Maria e Jesus. Ao aperceber-se da gravidez de Maria, sendo o único a saber que a criança não é dele, não se atreve a denunciar Maria e, apesar do que vê, respeita o mistério daquela gravidez, que não compreende, recusando repudiá-la publicamente, como mandava a Lei, limitando-se a fazê-lo “em segredo”, ou seja, em privado, entregando-lhe uma certidão de divórcio (cf. Dt 24,1), a fim de não a acusar de adultério, "expondo-a" deste modo à morte por lapidação (cf. Dt 22,20s.24).

    José age assim porque “era justo”. Embora soubesse, em consciência, que não podia manter a sua relação com Maria, a sua “justiça” (o amor a Deus e ao próximo, que se traduz na obediência à Sua vontade), que supera a dos escribas e fariseus (cf. 5,20), já é evangélica: age “em segredo”, só para agradar a Deus (cf. 6,1), não julgando Maria (cf. 7,1), preferindo a misericórdia à letra da Lei, evitando desta forma condenar um inocente (cf. 12,7).

    José e Maria são chamados “marido” e “mulher” (gr. anêr, gunê: vv. 16.19.20.24), tal como o primeiro casal (Gn 2,23; 3,6.16); mas ao invés dos nossos primeiros pais, em que a mulher e o homem pecaram e o homem depois acusou a mulher e Deus (Gn 3,12), neste caso nem Maria pecou, nem José a acusa, aparecendo assim ambos como o casal-imagem-de-Deus (cf. Gn 1,26-27) exemplar da nova humanidade (cf. v. 24).

  • v. 20. Tendo ele assim pensado, eis que lhe apareceu, num sonho, um anjo do Senhor, dizendo: “José, filho de David, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado é do Espírito Santo.

    Tendo José pensado em repudiar Maria “em segredo” (2,7), Deus associa-se a ele e fala-lhe também em segredo, “num sonho”, através de um anjo (gr. “mensageiro”), enquanto ele dorme em sua casa. O termo “sonho” (gr. onár) só ocorre na Bíblia em Mateus (6x: 2,12.13.19.22.19). Era através de sonhos que Deus falava aos homens no AT (cf. Gn 20,3; 31,11; 37,6; 40,5; 41,1; Nm 12,6; 1Rs 3,5; Dn 4,13). “Anjo do Senhor” (2,13.19) designa no AT o próprio Deus que intervém na história para transmitir ao homem a Sua Palavra e lhe assegurar a Sua presença (Gn 16,11; 22,11.15; Ex 3,2), realçando assim a iniciativa divina, a verdade da sua Palavra, a transcendência da missão, o caráter sobrenatural da obra, a eficácia da ação. O anjo (he. malak; ge. angelós: "mensageiro") diz a José para não ter medo. É o oposto daquilo que aconteceu ao primeiro homem, depois de ter pecado: teve medo (cf. 3,10). Depois, revela a José algo de inédito, de radicalmente novo, que tinha irrompido não só na história do Povo de Deus, como na história da humanidade e na "origem" da própria criação (vv. 1.18): o mistério da conceção virginal de Jesus, levada a cabo pelo poder criador do Espírito Santo: “o que nela foi gerado é do Espírito Santo” (cf. v. 18; Lc 1,35). 

  • v. 21. Dará à luz um Filho e pôr-lhe-ás o nome de Jesus, pois Ele salvará o seu povo dos seus pecados”.

    Se em Lucas a anunciação do nome é feita a Maria (Lc 1,31); em Mateus é a José que compete impor o nome ao filho, segundo a Lei (v. 25; ao oitavo dia, na circuncisão, quando o pai recebe e assume a criança como seu filho, mesmo que este seja apenas adotivo: Gn 17,19; 21,3s; Lc 2,21). “Jesus” é a tradução grega do nome hebraico “Josué” (Ieoshuá), “Deus salva”. Em aramaico, Ieoshuá diz-se Ieshuá, exatamente a palavra hebraica "salvação". É o nome do sucessor de Moisés, que introduziu Israel na Terra Prometida. Na Bíblia, o nome indica a missão. Neste caso, a missão de Jesus será, como diz o seu nome "Deus salva", "salvação", a de salvar “o seu povo”, agora, porém, não, como no tempo de Moisés, da escravidão do Egito, de senhores e inimigos terrenos (os egípcios), mas dum domínio e duma escravidão muito pior, a “dos seus pecados”. Ora só Deus podia salvar dos pecados (Sl 130,8), porque só Ele os podia perdoar (cf. 9,3.6; Mc 2,7). Por isso, nenhum membro do povo de Deus da antiga aliança esperava que o Messias perdoasse ou libertasse dos pecados (Str-B 1,70-74). É esta a terceira novidade: Jesus salvará o seu povo dos seus pecados (sabemo-lo agora, como Deus, pelo Seu Sangue, derramado para remissão dos pecados: 26,28; Lv 17,11; Hb 9,14s; Ef 1,7; Cl 1,1), libertando, como novo Moisés, e levando, como novo Josué, o novo povo de Deus, num novo êxodo, à sua verdadeira pátria, o Reino dos céus.

  • v. 22. Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que tinha sido dito pelo Senhor por meio do profeta.

    É em Jesus que se “cumpre o que foi dito” por Deus nas Escrituras (plêrôthê tó rêthen, 10x: 2,15.17.23; 4,14; 8,17; 12,17; 13,35; 21,4; 27,9). Este é um tema central de Mateus, que escreve para cristãos de origem judaica, para quem era fundamental a prova escriturística, aduzida segundo o esquema promessa–cumprimento: Deus diz e faz (Ez 37,14): Deus faz o que disse, cumpre o que prometeu (cf. Nm 23,19). "Tudo" o que Deus prometeu no AT realiza-se em Jesus Cristo e, por meio dele, naqueles que nele acreditam. Jesus Cristo é a realização plena das Escrituras (5,17-18), embora ultrapassando muito tudo o que alguma vez se poderia pensar, pedir ou esperar de Deus no AT, tal como o próprio Deus já o tinha afirmado no livro do profeta Isaías (cf. 48,6-7; 55,8-9). 

  • v. 23. “Eis que a virgem conceberá no ventre e dará à luz um filho, a quem chamarão Emanuel” o que, traduzido, é: “Deus connosco”.

    Nesta citação de Isaías 7,14, aqui explicitamente aduzida por Mateus, resumem-se as outras duas surpreendentes boas novas de Deus, para além do anúncio do nascimento do Messias, comunicadas pelo anjo: 1) Jesus, o Messias prometido, é, de facto, concebido pelo Espírito Santo no seio de uma virgem. A passagem de Isaías, que no AT apenas indicava que uma virgem – no original hebraico ‘almah, ou seja, uma "donzela" em idade núbil – iria conceber (deixando naturalmente de ser virgem!), realiza-se agora, porém, à letra, em Maria, que literalmente concebe, permanecendo virgem – o que, humanamente é impossível – sendo este, na realidade, o verdadeiro sinal, literalmente, "portento" (he. 'oth: 7,11.14), que Deus tinha anunciado por meio de Isaías; 2) "o sinal" (portento) prometido por Deus, vai não só muito além de tudo o que se poderia pensar, imaginar ou pedir, quando ao modo da conceção do Messias (uma conceção virginal), mas também quanto à identidade do mesmo: Ele é o verdadeiro Emanuel prometido nesta passagem de Isaías, ou seja, o “Deus connosco” (Is 8,8.10; 2Cr 32,8; Sl 46,8.12), por outras palavras, Deus que se faz homem, o próprio Deus que em pessoa, em Jesus Cristo, veio habitar no meio dos homens, como "Filho do homem". Note-se que esta passagem de Is 7,14, aqui aduzida por Mateus, não era – nem é – uma passagem interpretada em sentido messiânico pelo judaísmo, limitando-se este a dizer que Isaías nela apenas se tinha referido ao rei Ezequias, filho de Acaz (NuR 14,173a). O que, sendo assim, acaba por ser uma realização muito débil, na realidade, incompreensível, da palavra anunciada. Agora, porém, de forma inaudita, Deus revela o sentido deste anúncio misterioso, até então nunca realizado de forma cabal na história, cumprindo à letra o que tinha anunciado e nesta profecia realmente queria dizer: que Ele próprio viria habitar no meio do seu povo, como aliás, já dissera diversas vezes pelos profetas (cf. Ex 29,45; Ez 37,27; Zc 2,10; 8,23; 2Cor 6,16). Novo é que, agora, ela realmente se cumpre, à letra, sendo Ele mesmo, Deus, a habitar em Jesus – o Emanuel, Deus connosco, não só no meio do seu povo, mas também entre os homens. Um tema de capital importância para a auto compreensão do povo de Deus, já desde Moisés (cf. Ex 33,16; 34,9), que virá a ser retomado por Mateus no final do seu Evangelho (28,20; cf. 26,29), de modo a estruturar assim a sua obra partir desta “grande inclusão”, formada à volta da figura de Jesus, o “Deus connosco”.

  • v. 24. Quando despertou do sono, José fez como o Anjo do Senhor lhe tinha ordenado e recebeu a sua mulher.

    “Quando despertou do sono” (Gn 28,16), “José fez como o Anjo do Senhor lhe tinha ordenado” (gr. prostásso: 8,4; Js 5,14) e recebe Maria como esposa. Como verdadeiro “filho de Abraão” (v. 1), José crê na palavra de Deus e obedece-lheem silêncio, sem dizer uma só palavra, tal como Abraão na hora da prova e da maturidade da sua fé (cf. 2,14; Gn 22,3). E José, tal como Abraão, "esperando contra toda a esperança, creu" (Rm 4,18) e pôs toda a sua confiança, não no que via (cf. Gn 15,6) ou as leis da natureza ditavam (cf. Rm 4,19-20), mas em Deus, certo de que Deus era poderoso para cumprir o que prometera (através de Isaías) e afirmava (pelo anjo; cf. Rm 4,21). E assim as vidas de Maria e de Jesus serão salvas e Jesus será “o Filho de David” (Mt, 9x: v. 1; 2,42.45 9,27; 12,23; 15,22; 20,30s; Rm 1,3; 2Tm 2,8; 2Sm 7,11-16), não em virtude da carne, pela força da Lei, mas graças à promessa, por obra do Espírito Santo. Jesus será "filho de David", enquanto filho adotivo de José, para fazer dos que nele crerem, filhos adotivos de Deus, participantes com Ele da sua mesma bênção e da mesma herança divina.

    Deus compraz-se na colaboração do homem, reputando o que se faz ao mais pequenino dos irmãos do Seu Filho como sendo feito a Ele (cf. 25,40) e recompensando-o superabundantemente por isso; é o que aqui agora literalmente acontece: o gesto que José tem em relação a Maria (e a Jesus) é realmente feito a Deus (em Jesus). E a recompensa por Ele dada ultrapassa tudo o que se poderia pedir ou imaginar: é o próprio Deus, feito Emanuel, Deus connosco, a ser gestado, nascer e viver na sua família, do Seu povo e da humanidade.

    Ler o texto outra vez... Em silêncio, escutar o que Deus diz no segredo...

 

2) MEDITAÇÃO… PARTILHA… (Que me diz Deus nesta Palavra?)

   a) Que frase me toca mais? b) Que diz à minha vida? c) Oração em silêncio…
   d) Partilha… e) Que frase reter? f) Como a vou / vamos pôr em prática?

  • Tenho a mesma disponibilidade de Maria para acolher os desafios de Deus? Sou capaz de dizer cada dia “sim” a Jesus, para que Ele possa nascer em mim e chegar através de mim aos outros para os salvar?
  • Acolho os projetos de Deus com a mesma disponibilidade de José, na obediência total a Deus? Como reajo quando alguém não é como eu gostaria que fosse ou como acho que deveria ser?

 

3) ORAÇÃO PESSOAL… (Que me faz esta Palavra dizer a Deus?)

4) CONTEMPLAÇÃO… (Saborear a Palavra em Deus, deixando que ela inflame o coração)

 Salmo responsorial                                              Sl 24,1-6 (R. 7c e 10b)

Refrão: Venha o Senhor: é Ele o Rei glorioso.

Do Senhor é a terra e o que nela existe,
o mundo e quantos nele habitam.
Ele a fundou sobre os mares
e a consolidou sobre as águas.     R.

Quem poderá subir à montanha do Senhor?
Quem habitará no seu santuário?
O que tem as mãos inocentes e o coração puro,
que não invocou o seu nome em vão nem jurou falso.  R.

Este será abençoado pelo Senhor
e recompensado por Deus, seu Salvador.
Esta é a geração dos que O procuram,
que procuram a face do Deus de Jacob.     R.

Pai-nosso…

Oração conclusiva:

Infundi, Senhor, a vossa graça em nossas almas, para que nós, que, pela anunciação do Anjo, conhecemos a encarnação de Cristo, vosso Filho, pela sua paixão e morte na cruz alcancemos a glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. T. Amen.

Ave-Maria...

Bênção final. Despedida.

5) AÇÃO... (Caminhar à luz da Palavra, encarnando-a e testemunhando-a na nossa vida)

Fr. Pedro Bravo, O.Carm.