Nasceu em La Valleta (Malta) no dia 12 de Fevereiro de 1880. Apenas ordenado sacerdote em 1906, empenhou-se desde logo na catequese juvenil, tendo fundado para tal fim no ano seguinte a Sociedade de Doutrina Cristã, conhecida como M.U.S.E.U.M. (Magister utinam sequatur Evangelium universus mundus), devendo, por este motivo, suportar numerosas injúrias. Dedicou toda a sua vida à pregação popular e à catequese e escreveu uma grande quantidade de livros destinados na sua maioria à formação dos membros da sua Sociedade. A eficácia do seu apostolado deveu-se a uma vida de oração e constante meditação da Sagrada Escritura. A sua espiritualidade assentava na humildade e na mansidão.
Inscreveu-se na Ordem Terceira Carmelita no dia 21 de Julho de 1918, tendo professado a 26 de Julho do ano seguinte, adoptando desde então como nome Franco, em honra do beato Franco de Sena, chegando mesmo a assinar alguns dos seus livros como “Franco, carmelita”. Em 1952 o Prior Geral P. Kilian Lynch afiliou-o à Ordem em reconhecimento pela sua grande obra de divulgação da devoção à Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo. Morreu a 26 de Julho de 1962, tendo sido beatificado a 9 de Maio de 2001 pelo Papa João Paulo II.
Em uma mensagem assinada pelo cardeal secretário de Estado, Pietro Parolin, por ocasião da abertura do Festival da Juventude, Mladifest, que realiza no santuário da Bósnia e Herzegovina, Leão XIV exorta os jovens a não se deixarem seduzir pelas ilusões de uma “felicidade passageira”. Ao seguir Jesus, até mesmo as perguntas e as inquietudes do coração podem se tornar “uma oportunidade de discernimento e de crescimento na fé”.
O Presidente da Pontifícia Academia para a Vida defende a humanização da saúde e a formação ética dos médicos do futuro.
Nós somos eternos buscadores e andamos inquietos à procura daquilo que realmente pode dar sentido à nossa vida e pacificar nosso coração.