Beata Arcângela Girlani, religiosa
Memória facultativa: O. Carm.
Nascida em Trino Vercellese, na Itália Setentrional, em meados do séc. XV, tomou o hábito carmelita em Parma, onde também veio a ser prioresa. Mais tarde exerceu o mesmo cargo no novo Mosteiro de Mântua, por ela fundado, onde morreu no dia 25 de Janeiro de 1495. Animada por um vivo sentido da presença do Deus uno e trino, distinguiu-se pela sua especial devoção à SS. Trindade. Em colaboração com o Padre-Geral B. João Soreth, e seguindo as Constituições por ele renovadas, favoreceu uma observância viva do espírito do Carmelo nos mosteiros que lhe tinham sido confiados. O seu culto imemorial foi aprovado a 1 de Outubro de 1864 pelo Papa Pio IX.
O sacerdote da Arquidiocese de Braga e docente da Universidade Católica Portuguesa considera que é necessário superar uma certa mentalidade de veneração de uma imagem sacralizada do padre. A Rede Sinodal em Portugal apresenta aqui o episódio 15 do podcast “No coração da esperança”.
"A realidade migratória que vivemos nas Ilhas Canárias representa um dos grandes desafios humanos e morais do nosso tempo. Por trás de cada número há um rosto, uma história, uma família e, em muitos casos, imenso sofrimento marcado pela pobreza, violência, falta de oportunidades ou desespero. A rota atlântica tornou-se uma fronteira de dor e morte que desafia profundamente nossa consciência coletiva. De uma perspectiva humana, o principal desafio é não nos habituarmos ao sofrimento".
Santa Missa e lançamento do livro do Servo de Deus Waldir Lopes de Castro ocorreu na cidade de Marco, Ceará.