Beata Isabel da Trindade, virgem
Memória facultativa
Maria Isabel Catez nasceu em Champ d’Avor (Bourges, França) no dia 18 de Julho de 1880. Em 1901 ingressou no Carmelo de Dijon onde veio a falecer no dia 9 de Novembro de 1906. Verdadeira adoradora em espírito e verdade, viveu uma vida humilde. No meio de sofrimentos físicos e morais a sua alma amadureceu rapidamente e soube fazer transparecer, no silêncio, às suas irmãs, a presença do Deus-Amor. Viveu inteiramente para louvor e glória da SS. Trindade, hóspede da alma, achando neste mistério o seu “céu na terra” e tendo perfeita consciência de que ele constituía o seu carisma e a sua missão na Igreja. Beatificada por João Paulo II a 25 de Novembro de 1984, representa um dos luminares da espiritualidade moderna, redescobrindo a força da Palavra de Deus e fundando a existência baptismal no mistério da graça, concebida como participação na vida íntima da Trindade divina .
Cinco das sete vítimas que se encontraram neste domingo com Leão XIV em Lourdes relataram posteriormente à imprensa internacional detalhes desse momento de diálogo. Todos se disseram impressionados com a “empatia” do Pontífice e com seu profundo conhecimento de suas histórias, da “sistematicidade” dos casos de abuso ao longo dos anos e do trabalho a ser realizado: “Ele não é ingênuo, sabe que é preciso permanecer vigilante”. Foram apresentadas inúmeras propostas.
Leão XIV se despede de Lourdes participando da procissão e recitação do Santo Rosário. Dirigindo-se de modo especial aos doentes, os encorajou com as seguintes palavras: "Os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há de revelar-se em nós".
Segundo comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé, Leão XIV agradeceu aos presentes pelo doloroso testemunho e reafirmou seu compromisso para que o mal sofrido não se repita com outras pessoas.