Beata Isabel da Trindade, virgem
Memória facultativa
Maria Isabel Catez nasceu em Champ d’Avor (Bourges, França) no dia 18 de Julho de 1880. Em 1901 ingressou no Carmelo de Dijon onde veio a falecer no dia 9 de Novembro de 1906. Verdadeira adoradora em espírito e verdade, viveu uma vida humilde. No meio de sofrimentos físicos e morais a sua alma amadureceu rapidamente e soube fazer transparecer, no silêncio, às suas irmãs, a presença do Deus-Amor. Viveu inteiramente para louvor e glória da SS. Trindade, hóspede da alma, achando neste mistério o seu “céu na terra” e tendo perfeita consciência de que ele constituía o seu carisma e a sua missão na Igreja. Beatificada por João Paulo II a 25 de Novembro de 1984, representa um dos luminares da espiritualidade moderna, redescobrindo a força da Palavra de Deus e fundando a existência baptismal no mistério da graça, concebida como participação na vida íntima da Trindade divina .
A novidade pedagógica da "Magnifica humanitas" consiste justamente em deslocar o debate da máquina para o coração humano.
O prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé, Cardeal Víctor Manuel Fernández, em seu pronunciamento durante o Consistório Extraordinário dos Cardeais, exorta a superar o conceito de "guerra justa", detém-se sobre o que aconteceu no Oriente Médio e na Ucrânia, e fala sobre as contradições da Europa, que condena ou apoia determinado país dependendo das conveniências. Em seguida, o cardeal convida a não ceder à cultura do poder e a alimentar a cultura alternativa da fraternidade e do bem comum.
Na República Dominicana, muitas mulheres imigrantes irregulares do Haiti preferem dar à luz em locais insalubres e sem assistência, por medo de serem descobertas e deportadas. Dom Pierre-André Dumas, vice-Presidente da Conferência Episcopal Haitiana, expressa seu pesar: "Trata-se de uma situação que ultrapassa a sensibilidade humana. Esta é uma grave ferida na dignidade. Ninguém deveria ser privado de cuidados médicos".