Todos os Santos Carmelitas
FestaOs Santos do Carmelo constituem uma grande multidão de irmãos que consagraram a sua vida a Deus, seguindo os ensinamentos do seu Filho e imitando a sua vida, e se entregaram ao serviço da Virgem Maria na oração, na abnegação evangélica, no amor aos irmãos, a ponto de alguns terem derramado o seu sangue. Eremitas do monte Carmelo, mendicantes da Idade Média, mestres e pregadores, missionários e mártires, religiosas que enriqueceram o povo de Deus com a misteriosa fecundidade da sua vida contemplativa, apostólica e docente, leigos que na sua vida souberam encarnar o espírito da Ordem: esta é a grande família carmelita que, enquanto peregrina, se dedicou à prática assídua da oração e que, tendo terminado a sua prova no estádio deste mundo, e tendo-nos deixado o seu exemplo, agora celebra a liturgia celeste. Unidos a esta grande família, e na esperança de nos virmos associar a ela, celebramos e antegozamos, por meio desta festa, as alegrias eternas dos santos que Deus conduziu ao seu monte para os introduzir na sua Casa de Oração. O exemplo e a intercessão destas almas de oração é para nós um estímulo a vivermos a nossa vocação carmelita em obséquio de Jesus Cristo e na imitação da nossa Mãe e Rainha, Flor do Carmelo, Padroeira e Esperança de todos os carmelitas. Esta festa, já mencionada por Inocêncio VIII em 16 de Julho de 1492, estendeu-se à Ordem em 1672.
A edição comemorativa será realizada de 21 a 23 de agosto, na Paróquia Santíssima Trindade.
Uma delegação da Arquidiocese de Yaoundé, em Camarões, presente na Audiência Geral da manhã desta quarta-feira, 12 de agosto, na Basílica de São Pedro, presenteou Leão XIV com uma imagem em bronze de Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, agradecendo ao Pontífice pela recente visita ao país africano. Esse mesmo vínculo indissolúvel entre mãe e filho foi testemunhado ao Papa por Teresa, natural de Trujillo, no Peru, que lhe pediu que rezasse por seu filho mais novo.
Concluíram-se nos últimos dias as atividades organizadas pelas religiosas para as crianças das aldeias beduínas do deserto da Judeia, a leste de Jerusalém. Por mais de um mês, as crianças, todas de religião muçulmana, puderam viver, juntas, momentos de brincadeiras e lazer. A irmã Lourdes Garcia, uma das responsáveis pela iniciativa, afirmou: “nestes tempos tão difíceis, é importante criar um espaço onde elas possam se divertir e se sentir valorizadas”.