Todos os Santos Carmelitas
FestaOs Santos do Carmelo constituem uma grande multidão de irmãos que consagraram a sua vida a Deus, seguindo os ensinamentos do seu Filho e imitando a sua vida, e se entregaram ao serviço da Virgem Maria na oração, na abnegação evangélica, no amor aos irmãos, a ponto de alguns terem derramado o seu sangue. Eremitas do monte Carmelo, mendicantes da Idade Média, mestres e pregadores, missionários e mártires, religiosas que enriqueceram o povo de Deus com a misteriosa fecundidade da sua vida contemplativa, apostólica e docente, leigos que na sua vida souberam encarnar o espírito da Ordem: esta é a grande família carmelita que, enquanto peregrina, se dedicou à prática assídua da oração e que, tendo terminado a sua prova no estádio deste mundo, e tendo-nos deixado o seu exemplo, agora celebra a liturgia celeste. Unidos a esta grande família, e na esperança de nos virmos associar a ela, celebramos e antegozamos, por meio desta festa, as alegrias eternas dos santos que Deus conduziu ao seu monte para os introduzir na sua Casa de Oração. O exemplo e a intercessão destas almas de oração é para nós um estímulo a vivermos a nossa vocação carmelita em obséquio de Jesus Cristo e na imitação da nossa Mãe e Rainha, Flor do Carmelo, Padroeira e Esperança de todos os carmelitas. Esta festa, já mencionada por Inocêncio VIII em 16 de Julho de 1492, estendeu-se à Ordem em 1672.
No Angelus dominical, Leão XIV agradeceu aos peregrinos que, numerosos, compareceram à Praça São Pedro não obstante o calor. Muitos se refugiaram sob a colunata de Bernini para se reparar do sol e da onda de calor que atinge toda a Europa. Comentando o Evangelho do dia, o Pontífice indicou três atitudes: desapego, perda e acolhimento.
Mais uma vez, Leão XIV expressou seu pesar pelas vítimas e consequências do terremoto. Na Venezuela, a Igreja está na linha de frente para as ajudas. "Como Cáritas e como Igreja Católica, estamos tentando ajudar a todos o máximo possível", afirma dom José Luis Azuaje Ayala.
Um dos maiores escritores da Europa Oriental concedeu uma entrevista à mídia vaticana após o encontro do Papa Leão XIV, por ocasião do centenário da Livraria Editora Vaticana. A partir das palavras do Pontífice, o intelectual refletiu sobre temas como a verdade, a humanidade e a beleza.