solene comemoração da
bem-aventurada virgem Maria DO monte CARMelo
SOLENIDADE
A Ordem carmelita celebra hoje a solenidade da Virgem Maria, Mãe do Carmelo, a quem deve tudo o que é.
A Sagrada Escritura exalta a beleza do monte Carmelo, onde o profeta Elias, ardendo de zelo pelo Deus vivo, defendeu a pureza da fé de Israel. Neste monte, junto à fonte que tinha o nome do profeta, estabeleceram-se alguns eremitas nos finais do séc. XII, os quais, no início do século seguinte, tendo recebido de S. Alberto, Patriarca latino de Jerusalém, uma fórmula de vida, aí construíram um oratório dedicado à Mãe de Deus, ficando assim juridicamente constituídos com o título de “Santa Maria do Monte Carmelo”. Desde então experimentaram a protecção maternal da sua Senhora, a Virgem puríssima, a quem chamaram “Irmã”, primeiramente na prática da vida contemplativa e mais tarde no dom aos irmãos das riquezas recolhidas na íntima comunhão com Deus na prática da vida fraterna. Por isso começaram a intitular-se: “Irmãos de Santa Maria do Monte Carmelo”.
Esta invocação mariana, que exprime o conjunto dos benefícios recebidos da nossa Padroeira, começou a celebrar-se com toda a solenidade no séc. XIV em Inglaterra, expandindo-se rapidamente por toda a Ordem, até que, em 1606, Paulo V a reconheceu como festa principal da Confraria do Santo Escapulário e o Capítulo Geral de 1609 a declarou como sendo a festa principal e mais solene da Ordem.
Nasce o “Within Your Gates: The Forum for the Universal Vocation of Jerusalem”, o novo fórum interdisciplinar promovido pelo cardeal Pierbattista Pizzaballa, Patriarca Latino de Jerusalém, e desenvolvido em colaboração com o centro acadêmico da Universidade de Notre Dame.
Há um século, Pio XI consagrava os primeiros bispos chineses na Basílica de São Pedro, após terem percorrido uma longa viagem.
Declaração do observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas e às outras organizações internacionais em Genebra, o arcebispo Ettore Balestrero, por ocasião da 63ª sessão ordinária do Conselho dos Direitos Humanos: são necessários diálogo, compreensão e acompanhamento, para que os idosos permaneçam “membros ativos da sociedade, capazes tanto de receber quanto de oferecer sua contribuição