solene comemoração da
bem-aventurada virgem Maria DO monte CARMelo
SOLENIDADE
A Ordem carmelita celebra hoje a solenidade da Virgem Maria, Mãe do Carmelo, a quem deve tudo o que é.
A Sagrada Escritura exalta a beleza do monte Carmelo, onde o profeta Elias, ardendo de zelo pelo Deus vivo, defendeu a pureza da fé de Israel. Neste monte, junto à fonte que tinha o nome do profeta, estabeleceram-se alguns eremitas nos finais do séc. XII, os quais, no início do século seguinte, tendo recebido de S. Alberto, Patriarca latino de Jerusalém, uma fórmula de vida, aí construíram um oratório dedicado à Mãe de Deus, ficando assim juridicamente constituídos com o título de “Santa Maria do Monte Carmelo”. Desde então experimentaram a protecção maternal da sua Senhora, a Virgem puríssima, a quem chamaram “Irmã”, primeiramente na prática da vida contemplativa e mais tarde no dom aos irmãos das riquezas recolhidas na íntima comunhão com Deus na prática da vida fraterna. Por isso começaram a intitular-se: “Irmãos de Santa Maria do Monte Carmelo”.
Esta invocação mariana, que exprime o conjunto dos benefícios recebidos da nossa Padroeira, começou a celebrar-se com toda a solenidade no séc. XIV em Inglaterra, expandindo-se rapidamente por toda a Ordem, até que, em 1606, Paulo V a reconheceu como festa principal da Confraria do Santo Escapulário e o Capítulo Geral de 1609 a declarou como sendo a festa principal e mais solene da Ordem.
Um dos aspectos mais dramáticos da situação é o chamado "confinamento forçado". Em muitas áreas rurais, comunidades inteiras são impedidas de deixar suas aldeias devido à presença de grupos armados que controlam estradas, acessos e recursos. Isso significa que as pessoas não apenas são deslocadas, mas, em alguns casos, também ficam "presas" em seus territórios, privadas de liberdade de movimento, acesso a alimentos, cuidados médicos e educação
Em 15 de julho, as igrejas na Ucrânia celebram opPríncipe de Kyiv, figura central na história do país. A mesma data também comemora o Batismo da Rus' de Kyiv em 988, um evento que marcou a conversão do Estado medieval ao cristianismo e influenciou profundamente sua identidade religiosa, cultural e política. Para Dmytro Hordienko, medievalista ucraniano, tratou-se de uma escolha para o desenvolvimento da Rus' nos séculos seguintes.