Beata Teresa de S. Agostinho e Companheiras,
virgens e mártires
Memória: O.C.D. - Memória facultativa: O. Carm.
As dezasseis Carmelitas Descalças do mosteiro da Encarnação da cidade de Compiègne (França) ofereceram-se a Deus, durante a revolução francesa, como vítima para aplacar a divina justiça e implorar a paz para a Igreja. Foram encarceradas no dia 24 de Junho de 1794. Durante a sua permanência no cárcere contagiaram com a sua alegria os restantes prisioneiros, exortando-os a aceitar a vontade divina e animando-os a encontrar conforto no amor de Deus. Condenadas à morte por se manterem fiéis à Igreja, à vida religiosa e à devoção aos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, após terem renovado a sua profissão religiosa, foram executadas na guilhotina em Paris no dia 17 de Julho de 1794. Foram beatificadas por S. Pio X no dia 13 de Maio de 1906.
"Fugimos da guerra à procura de paz. Mas a violência da qual escapámos parece ter-nos seguido até aqui" – o testemunho de Feliciano Kifoto, refugiado da República Democrática do Congo (RDC), traduz a angústia vivida por dezenas de famílias que encontraram abrigo nos arredores de Pretória, mas que continuam a viver na incerteza. Sem acesso regular a água potável, eletricidade, escolas ou cuidados de saúde, enfrentam agora um clima crescente de hostilidade em torno da imigração na África do Sul.
A prisão na Líbia e depois na Itália, o afastamento, a solidão e o medo não levaram a melhor na história deste jovem senegalês que hoje é pai de família e se coloca a serviço daqueles que, como ele, partiram em busca de uma vida mais segura, de crescimento humano e profissional. O sonho de Seck, porém, continua sendo o de voltar para a África, onde está sua família de origem, desapontado também com uma Europa que parece cada vez mais fechada e desconfiada em relação a migrantes.
Na Suíça, na sede da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, foi realizada a celebração presidida pelos bispos de Galarreta e Fellay, com o rito da consagração episcopal. Milhares de pessoas estiveram presentes. O superior Pagliarani: “um dia histórico; eventuais punições ou censuras contra este ato não têm nenhum valor para nós”.