Beata Maria Pilar, Teresa e Maria Ángeles,
virgens e mártires
Memória facultativa
Maria Pilar de S. Francisco de Borja (nascida em Tarazona, Espanha, no dia 30 de Dezembro de 1877), Teresa do Menino Jesus e de S. João da Cruz (nascida em Mochales no dia 5 de Março de 1909) e Maria Ángeles de S. José (nascida em Getafe no dia 6 de Março de 1905), carmelitas descalças do mosteiro de S. José de Guadalajara (Espanha), sofreram o martírio no dia 24 de Julho de 1936, depois de terem confessado a sua fé em Cristo Rei e de terem oferecido as suas vidas pela Igreja. São as primícias dos inumeráveis mártires da guerra civil espanhola de 1936-1939. Foram beatificadas por João Paulo II no dia 29 de Março de 1987.
"Fugimos da guerra à procura de paz. Mas a violência da qual escapámos parece ter-nos seguido até aqui" – o testemunho de Feliciano Kifoto, refugiado da República Democrática do Congo (RDC), traduz a angústia vivida por dezenas de famílias que encontraram abrigo nos arredores de Pretória, mas que continuam a viver na incerteza. Sem acesso regular a água potável, eletricidade, escolas ou cuidados de saúde, enfrentam agora um clima crescente de hostilidade em torno da imigração na África do Sul.
A prisão na Líbia e depois na Itália, o afastamento, a solidão e o medo não levaram a melhor na história deste jovem senegalês que hoje é pai de família e se coloca a serviço daqueles que, como ele, partiram em busca de uma vida mais segura, de crescimento humano e profissional. O sonho de Seck, porém, continua sendo o de voltar para a África, onde está sua família de origem, desapontado também com uma Europa que parece cada vez mais fechada e desconfiada em relação a migrantes.
Na Suíça, na sede da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, foi realizada a celebração presidida pelos bispos de Galarreta e Fellay, com o rito da consagração episcopal. Milhares de pessoas estiveram presentes. O superior Pagliarani: “um dia histórico; eventuais punições ou censuras contra este ato não têm nenhum valor para nós”.