Beato Tito Brandsma, presbítero e mártir
Memória facultativa
Nasceu em Bolsward (Holanda) em 1881. Entro ainda muito novo para o Carmelo onde se ordenou sacerdote em 1905. Doutorou-se em filosofia em Roma e foi professor na Universidade Católica de Nimega, da qual foi nomeado Reitor Magnífico. Antes e durante a ocupação nazi da Holanda, lutou, em fidelidade ao Evangelho, contra a difusão da ideologia nacional-socialista e pela liberdade da escola e da imprensa católicas. Após uma dolorosa via-sacra de prisões, foi parar ao campo de concentração de Dachau, onde morreu assassinado no dia 26 de Julho de 1942, infundindo serenidade e conforto aos outros prisioneiros, perdoando e sendo amável com os seus próprios algozes. Foi beatificado por João Paulo II no dia 3 de Novembro de 1985.
Telegrama de Leão XIV ao rabino-chefe de Roma, Riccardo Di Segni, por ocasião de Rosh Hashaná, Yom Kippur e Sucot: “Que essas celebrações sejam ocasião de copiosas bênçãos do Altíssimo e motivo de alegria”.
Vinte e cinco anos após os ataques terroristas que causaram a morte de quase 3 mil pessoas em Nova York, na Pensilvânia e em Washington, D.C., o arcebispo de Nova York, Dom Ronald Hicks, recorda a fé que ajudou as pessoas naqueles momentos dramáticos, destacando as comemorações organizadas “para parar, ouvir, rezar, não esquecer” e para “fazê-lo como comunidade, junto com Deus”.
Na manhã de 10 de agosto, a terra tremeu e deixou uma marca profunda na Colômbia. Um mês depois, o brasileiro Sandrio Cândido conta como viveu de perto os primeiros momentos e encontrou, em meio à destruição, uma das faces mais fortes da tragédia: a solidariedade.