Santo Alberto de Trápani, presbítero
Festa: O. Carm. - Memória: O.C.D.
Alberto, da família dos Abbati, nasceu em Trápani (Sicília) no séc. XIII. Ainda jovem entrou na Ordem, tendo-se distinguido pelo ardor da pregação evangélica e pela fama dos seus milagres. No ano 1296 governava a província carmelita da Sicília como Provincial. Célebre pelo seu apaixonado amor à pureza e exemplo de altíssima contemplação, morreu em Messina, provavelmente em 1307. O seu culto, atestado já nas primeiras décadas do séc. XIV, foi aprovado por Calisto III em 1457 e por Sixto IV em 1476.
Não cessa a série de violências na nação da África Ocidental. Nos últimos três meses, nove pessoas foram assassinadas nas comunidades paroquiais de Kurmin Dangana, Estado de Kaduna e pelo menos 25 fiéis sequestrados com fins de resgate. Mas, a violência não afeta apenas os cristãos, como afirma o decano do Decanato de Gujeni e reitor do Seminário Menor de São Pedro, em Katari, Padre Augustine Ghado: "No nordeste do Estado a maioria é muçulmana; as ações terroristas não poupam ninguém".
Após a oração do Angelus, Leão XIV recordou que durante o mês maio, pela "corrente ininterrupta" do Rosário, a Igreja invocou a paz, confiando "os povos martirizados pela guerra" à intercessão de Maria. Rezou para que a Sabedoria divina ilumine a consciência das autoridades para a busca do fim dos conflitos.
"Hoje, porém, queridos irmãos e irmãs, é festa! A festa de Deus é a nossa festa", disse Leão XIV em sua alocução antes de rezar o Angelus. "Quem não acolhe este Espírito, envelhece cedo, na lamentação; encontra-se sozinho, nunca tem alegria no coração".