Irmã Dulce dos Pobres, mística brasileira, também conhecida como “Anjo bom da Bahia”, tinha como lema “Amar e Servir”: fez da sua existência um instrumento vivo de fé, amor e serviço aos indigentes e enfermos.
Nascido na China, cisterciense da estrita observância, tinha 108 anos. Testemunhou a fidelidade ao Evangelho em meio à provação. Na década de 1950, juntamente com outros confrades, construiu uma abadia trapista na ilha de Lantao, que mais tarde seria dedicada a Nossa Senhora da Alegria.
Os três novos membros são os historiadores Umberto Longo, diretor do Instituto Histórico Italiano da Idade Média em Roma (Itália); Francesco Cesareo, presidente emérito da Universidade Assumption em Worcester (EUA); e Anna Barańska, professora associada da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica João Paulo II de Lublin (Polônia).