Santo Alberto de Jerusalém,
bispo e legislalor da Ordem
Nasceu em Castro de Gualteri (Itália) por volta do ano 1149. Entrou para os Cónegos regulares da Santa Cruz de Mortara (Pavia) onde, em 1180, foi nomeado Prior Geral da Congregação. Bispo de Bobbio (Lombardia) em 1184 e de Vercelli no ano seguinte, foi designado Patriarca latino de Jerusalém em 1205. No exercício do seu ministério encarnou sempre o ideal do bom pastor a serviço da paz, tanto pela palavra como pelo exemplo da sua vida. Durante o seu patriarcado (1206-1214) agrupou em comunidade os irmãos eremitas do monte Carmelo, dando-lhes por escrito uma Regra de vida. Tendo de corrigir e depor o Mestre do Hospital do Espírito Santo por má conduta, foi por este assassinado em S. João de Acre (Palestina) no dia 14 de Setembro de 1214. O seu culto aparece na Ordem em 1504, mas só a partir de 1609 é definitivamente adoptado, estendendo-se em 1672 a toda a Ordem.
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Académicos de Angola e Moçambique destacam a necessidade de uma intervenção mais activa da Igreja na defesa dos direitos humanos, na proteção ambiental e na promoção de sociedades inclusivas.
A exploração dos recursos naturais, a pobreza, a violação dos direitos humanos e a degradação ambiental estiveram entre as preocupações apresentadas por dois sacerdotes da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe (CEAST), durante um seminário de Justiça e Paz da Associação Inter-Regional dos Bispos da África Austral (IMBISA).
O prefeito do Dicastério para o Diálogo Inter-religioso, cardeal George Koov, proferiu nesta quinta-feira (22/10), na Inglaterra, o discurso de abertura do encontro de diálogo entre as duas confissões. Ele identificou a convergência entre ambas na atenção ao serviço desinteressado, vivendo a solidariedade como compartilhamento de recursos materiais e espirituais. Isso implica “muitas vezes sacrifícios”, que, no entanto, colocam em evidência “o melhor de nossa humanidade e religiosidade”.