S. JOÃO DA CRUZ, presbítero,
doutor da Igreja
e pai do carmelo reformado
Nasceu em Fontiveros (Ávila, Espanha) no ano 1542. Em Medina del Campo, com 21 anos de idade, tomou o hábito da Ordem, na qual pediu para viver uma vida mais austera de acordo com a Regra primitiva. Foi um instrumento providencial nas mãos de Teresa de Jesus, a quem ajudou na sua obra desde a primeira fundação de religiosos contemplativos em Duruelo, no dia 28 de Novembro de 1568. Morreu em Úbeda no dia 13 de Dezembro de 1591. Beatificado no dia 25 de Janeiro de 1675 por Clemente X, foi canonizado no dia 27 de Dezembro de 1726 pelo Papa Bento XIII. É um grande mestre dos caminhos do espírito. As suas obras Subida do Monte Carmelo, Noite Escura, Cântico Espiritual e Chama Viva de Amor, valeram-lhe o título de Doutor da Igreja, conferido pelo Papa Pio XI em 24 de Agosto de 1926.
O Papa recebe em audiência na Sala Clementina, no Vaticano, cerca de 300 participantes do congresso “O século XXI: uma nova era de mártires?”, realizado no Augustinianum. O Pontífice destaca que “os testemunhos da fé não propõem uma ideologia, mas mostram uma fé vivida no cotidiano”, capaz de desarmar a “cultura do poder”.
O santuário mariano francês espera cerca de 150 mil pessoas para os diversos momentos da visita do Papa, nos dias 26 e 27 de setembro. O encontro com os doentes, a oração na Gruta de Massabielle e a Missa dominical estarão entre os momentos centrais da peregrinação.