Beato Luís Rabatá, presbítero
Memória facultativa: O. Carm.
Nascido em Erice, perto de Trápani, na Sicília, em meados do séc. XV, entrou na Ordem do Carmo. Foi Prior do convento reformado de Randazzo, onde morreu em 1490, de uma ferida recebida na cabeça, causada por uma flecha, perdoando ao agressor, de quem não quis revelar o nome. Por isso, não pode ser venerado como mártir, mas apenas como confessor. O seu culto foi aprovado por Gregório XVI a 10 de Dezembro de 1841.
No congresso promovido pelo Dicastério das Causas dos Santos sobre os novos mártires do século XXI, o Patriarca Latino de Jerusalém fala sobre o testemunho dos cristãos no Oriente Médio. À mídia vaticana, ele relata o esforço diário das comunidades marcadas pela guerra e a identidade da Igreja naquela região: “Enquanto tudo aponta para a divisão — diz ele —, devemos nos empenhar em buscar a unidade”
Entrevistas com os prefeitos dos Dicastérios para a Doutrina da Fé, para o Diálogo Inter-religioso e para a Promoção da Unidade dos Cristãos sobre a Nota aos sessenta anos da Declaração conciliar Nostra aetate.
Entrevista com Sua Eminência o Cardeal George Jacob Koovakad, Prefeito do Dicastério para o Diálogo Inter-religioso, sobre a Nota "Um caminho de esperança", 60 anos depois da Nostra aetate