Santa Joaquina de Vedruna, religiosa,
Fundadora das Carmelitas da CaridadeMemória facultativa
Nasceu em Barcelona (Espanha) no dia 16 de Abril de 1783. Casou-se aos 16 anos com Teodoro de Mas e ficou viúva aos 33, com 9 filhos que educou cristãmente. Em 1826, movida por uma inspiração divina, fundou a Congregação das Irmãs Carmelitas da Caridade. A sua obra difundiu-se rapidamente por toda a Catalunha e dedicava-se ao cuidado dos doentes e à educação cristã das crianças, especialmente dos pobres. A sua espiritualidade assenta, sobretudo, na contemplação do mistério da SS. Trindade, donde brotam algumas características pessoais: oração, mortificação, desapego, humildade e caridade. Morreu em Vich em 1854. Beatificada a 19 de Maio de 1940 por Pio XII, foi canonizada a 12 de Abril de 1959 por João XXIII.
O arcebispo Balestrero, observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas e outras organizações internacionais em Genebra, intervém na 62ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos: “Hoje, o aumento dos conflitos reduz os recursos destinados ao desenvolvimento. O custo real de tudo isso recai sobre os pobres e os necessitados”. Alerta contra a desinformação: “A busca pela verdade é essencial para a democracia”
Na Audiência Geral na Praça São Pedro, muitas pessoas compartilharam seus testemunhos inspiradores de fraternidade e amizade, de coragem e partilha, de defesa das tradições e das gerações futuras.
Durante a 20ª edição da cerimônia de premiação, realizada em Seul, na Coreia do Sul, o Pe. Paolo Benanti, teólogo e filósofo franciscano, foi homenageado “pela trajetória” em trabalhar com a ética da Inteligência Artificial e a governança tecnológica. O estudioso: “esses sistemas não sabem como enxergar uma pessoa, veem apenas padrões e correlações”. O arcebispo Chung: “espero que uma cultura de respeito pela vida se enraíze ainda mais em nossa sociedade”.