Beata Maria de Jesus Crucificado, virgem
Memória facultativa
Miriam Baouardy, descendente de uma família de rito greco-melquita católico, nasceu em Abellin (Galileia, Israel) em 1846. Em 1867 ingressou no mosteiro das Carmelitas Descalças de Pau (França), e emitiu a profissão em Mangalore, na Índia, para onde tinha ido em 1870 como co-fundadora do Carmelo. Regressou a França em 1872 e em 1875 foi transferida para a Terra Santa, tendo erigido um Carmelo em Belém e projectado outro em Nazaré. Insigne pelos dons sobrenaturais com que foi enriquecida, distinguiu-se particularmente pela humildade e sobressaiu por uma devoção extraordinária ao Espírito Santo. Dedicou um profundo amor à Igreja e ao Romano Pontífice. Morreu em Belém no dia 26 de Agosto de 1878 e foi beatificada por João Paulo II a 13 de Novembro de 1983.
No país latino-americano, as buscas continuam na esperança de encontrar alguém com vida sob os prédios desabados, mas é uma corrida contra o tempo e as chances de encontrar sobreviventes já estão reduzidas ao mínimo. O número de vítimas confirmadas é de 1.450. A chegada de ajuda internacional não cessa, enquanto se sucedem os casos de saques.
Celebrações reuniram mais de 125 mil pessoas durante o novenário e a Festa da Padroeira, marcada pela presença do Ícone Peregrino de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, vindo de Roma.
A teóloga e docente da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa considera que já estão a ser dados passos para desmasculinizar a Igreja e afirma que uma Igreja sinodal “não pode estar centrada no presbítero”. A Rede Sinodal em Portugal apresenta aqui o episódio 16 do podcast “No coração da esperança”.