O Papa Leão XIV renovou o convite aos católicos a rezarem o terço pela paz no sábado, dia 30 de maio, associando-se à oração que ele mesmo fez em Roma, a partir da Gruta de Nossa Senhora de ...

Nota Biográfica 08.04.1958 – 24.06.2025 Fr. Manuel Freitas nasceu a 08.04.1958 em Santa Cristina de Longos - Guimarães Recebeu o Batismo a 16.04.1958 na mesma paróquia. Em 1968, entra no ...

“Com Maria, Peregrinos da Esperança, rumo ao Monte da Salvação”  O trigésimo oitavo Encontro da Família Carmelita em Portugal decorreu em Fátima nos dias 15 e 16 de março de ...

Terá lugar em Fátima – Casa São Nuno -, de 25 de fevereiro a 3 de março de 2025 a Assembleia Geral Internacional dos responsáveis da Ordem dos Leigos Carmelitas da Bem-Aventurada Virgem ...

No dia 13 de fevereiro de 2025, celebramos o 20º aniversário da morte da Venerável Irmã Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado. Para consultar as iniciativas que assinalam esta data, ver: ...

“Todos esperam. No coração de cada pessoa, encerra-se a esperança como desejo e expetativa do bem… Que o Jubileu seja, para todos, ocasião de reanimar a esperança! A Palavra de Deus ...
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Notícias do Vaticano

  • Ariela Amorim: o poder da música na saúde

    Como a Musicoterapia transforma vidas e estimula o cérebro. Entrevista com a musicoterapeuta Ariela Amorim.

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  • Leão XIV em Lampedusa, gesto que ecoa além do Mediterrâneo

    A visita de Leão XIV a Lampedusa é revestida de um forte simbolismo, especialmente pelo significado que a ilha ganhou nas últimas décadas como porta de entrada de migrantes e refugiados para a Europa. "Apartir desta extremidade da Europa no Mar Mediterrâneo, percebe-se melhor o apelo histórico que o fenômeno migratório dirige às sociedades europeias. Também neste aspeto – tal como nos da transição ecológica e da promoção da paz – a Europa possui um potencial único".

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  • Papa sobre fenômeno migratório: mortos no mar são vítimas da falta de decisões

    Leão XIV celebra a missa no Campo Esportivo “Arena” ao final da sua visita em Lampedusa. Recorda o Papa Francisco, as vítimas dos naufrágios, agradece às instituições civis, sociais e eclesiais pelo trabalho de acolhimento realizado nestes anos e pelo “milagre da compaixão”. Em seguida, lança um apelo ao Velho Continente para que opte pela paz e não pela lógica da força. Recomenda derrubar as barreiras: aquelas decorrentes da pertença religiosa ou entre migrantes e turistas.

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